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Deputado Rodrigo Lorenzoni fala a respeito da proposta de retirada da vacinação da febre aftosa no estado - Rádio Sarandi

Jefferson de Ramos

Rodrigo Lorenzoni (Democratas) é Presidente da frente parlamentar agropecuária, e apoia a proposta de retirada da vacinação da febre aftosa no estado do Rio Grande do Sul.

Foto: assessoria de imprensa do gabinete do Deputado

Em entrevista à Rádio Sarandi, Rodrigo Lorenzoni, Deputado estadual pelo Democratas e Presidente da frente parlamentar agropecuária, falou a respeito da proposta de retirada da vacinação da febre aftosa no estado do Rio Grande do Sul. Ele destaca que a proposta segue em discussão, e que a retirada da vacinação poderá representar um salto nos negócios dos produtores gaúchos. “Não há dúvidas que a retirada, mantendo o status de zona livre da doença, traz um ganho e elevação do estado sanitário do rebanho gaúcho. O que pode nos trazer desdobramentos econômicos muito importantes, a partir do momento que acessarmos mercados que não compram a carne gaúcha justamente por não termos este status.” Explica Rodrigo.

Na audiência citada por Lorenzoni, foram apresentados dados do panorama da evolução da enfermidade, desde 1998 até o ano de 2019, na América Latina, Brasil e no Rio Grande do Sul. Também foi divulgado o plano nacional que busca a evolução do status de Estado sem vacina de febre aftosa. O estado está desde 2001 sem registro da aftosa, e segundo a proposta, em contrapartida, deve se comprometer em manter a segurança sanitária, para alcançar o objetivo desejado, fazendo a fiscalização de propriedades, trânsito de animais e fiscalização de fronteiras.

Lorenzoni afirma que a retirada da vacinação da febre aftosa poderá trazer vantagens aos produtores. “Vantagens como a credibilidade da cadeia produtiva, a possibilidade de novos negócios com aumento de remuneração e um direcionamento do serviço de defesa sanitário para a prevenção da reintrodução do vírus e a detecção precoce.” Finaliza ele.

Na audiência pública ficou acordado que o ministério da agricultura realizaria, após a Expointer, uma auditoria no sistema de defesa sanitária, que seria divulgado em 30 dias juntamente com uma nova audiência pública. A auditoria foi realizada. Porém, os resultados ainda não foram divulgados. A demora para esta divulgação, bem como a retomada da audiência pública preocupa Lorenzoni. “Estamos na metade do mês de janeiro, e isso nos causa grande preocupação. A retirada da vacinação da febre aftosa deve ser conduzida com muita transparência e uniformidade de informação entre todos os integrantes da cadeia produtiva. Não pode haver surpresa no processo, para que a retirada da vacinação possa transcorrer de forma tranquila e segura. Este silêncio me traz preocupação e reserva” afirma o Deputado.

 

Central de Conteúdo Unidade Sarandi

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