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Horta Comunitária Bruno José Campos abre matrículas em janeiro

por Eduardo Cover Godinho

“Não haverá reservas de vagas e serão somente 120 meninos atendidos diariamente ao longo do ano”, afirma diretora Cintia Lamonatto.

Horta Comunitária atende crianças dos 6 aos 16 anos em turno inverso ao da escola regular
Foto: Divulgação

O Centro Ocupacional Bruno José Campos, conhecido na comunidade como Horta Comunitária, abrirá no mês de janeiro as matrículas para o ano letivo de 2019. A partir da quarta-feira, dia 2, pais e responsáveis pelos meninos com idade entre os 6 e 16 anos devem comparecer no educandário, localizado no bairro Planalto – proximidades do ESF Nossa Senhora Aparecida, para garantir a vaga. Será, conforme destacou a diretora Cintia Lamonatto, por ordem de chegada. As primeiras 120 pessoas presentes terão a inscrição confirmada.

“A procura está muito grande. As pessoas estão preocupadas em garantir a presença dos meninos no turno inverso ao da escola regular. Neste ano tivemos lista de espera com cerca de 60 pais e/ou responsáveis buscando colocar os pequenos para que participem das atividades na Horta Comunitária. Conseguimos, com muito esforço e dedicação de todos os funcionários e colaboradores, incluir alguns, nem todos, infelizmente. Nossa capacidade é limitada para 120 vagas. Mais do que isso não conseguimos atender”, disse Cintia.

Para realizar a matrícula há necessidade da apresentação do comprovante de residência, certidão de nascimento da criança e ter efetuado o Cadastro Único na secretaria de Assistência Social e Habitação. Cintia explica que, mesmo os pais e responsáveis pelas crianças regularmente inscritas ao longo de 2018, devem comparecer para garantir a vaga. Não há um pré-cadastro.

“Pensamos em priorizar os meninos que estiveram conosco ao longo de 2018, mas temos muitas famílias buscando vagas.  Nos reunimos com a presidência e a definição foi pela inscrição através da ordem de chegada no dia 2 de janeiro. Orientamos as famílias para que fiquem atentas com a data”, salientou.

Ela ressalta que muitas famílias não participam das atividades propostas pela Horta Comunitária e pouco se importam com a situação dos meninos.

“Algumas famílias, não todas, são pouco presentes na Horta Comunitária. Tinha crianças, no mês de abril, que sequer tinham cadastro porque ninguém havia aparecido para a inscrição. Os pais simplesmente mandaram seus filhos sem efetuar a matrícula. Acho que um pouco de responsabilidade por parte de todos é fundamental para que os assistidos possam passar um ano tranquilo na Horta Comunitária. A participação da família é importante. Nós estamos fazendo a nossa parte e dando todo o suporte para os pequenos”, afirmou.

Fundada em 1972, a Horta Comunitária oferta, além de refeições diárias, oficinas de jiu-jítsu, futsal e informática, recebem acompanhamento na realização das atividades da escola, fazem suas higienes, praticam esportes, trabalham, aprendem e vivenciam momentos de recreação. A entidade mantém-se da bondade da comunidade (doações), da venda de hortifrutigranjeiros, pães, entre outros, da parceria com o Poder Público Municipal e da comercialização das mercadorias da Horta Bricks: O Shopping dos Meninos.

Central de Conteúdo Unidade Rosário

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