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Agentes da Susepe controlam princípio de motim no Presídio Estadual de Guaporé

por Eduardo Cover Godinho

Apenadas atearam fogo em caixas de papelão. Para conter o tumulto disparos antimotim foram efetuad

Agentes da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe), lotados no Presídio Estadual de Guaporé, contiveram na noite da quinta-feira, dia 15 de julho, por volta das 22 horas, um princípio de tumulto (motim) na ala feminina. As apenadas chegaram atear fogo em caixas de papelão e outros objetos, mas, em rápida ação dos servidores, houve o controle de toda a situação.

A direção do estabelecimento penal recebeu denúncias que as apenadas, lideradas e incitadas por uma detenta, colocariam fogo na cela. O pedido era para que uma delas fosse transferida para o Presídio Estadual de Carazinho. A mesma, segundo as informações recebidas pelos agentes da Susepe, afirmava para as colegas que não iria mais respeitá-los. Para evitar um tumulto de maiores proporções, o efetivo foi convocado e, em determinado momento, barulhos de chute na porta da cela feminina foram ouvidos. Na sequência, todas as galerias da casa prisional, haviam sido tomadas por algazarra.

Agentes perceberam que, além dos chutes, uma fumaça saía por debaixo da porta da cela feminina. Três servidores partiram para controlar a situação e, ao abrirem a porta, se depararam com caixas de papelão em chamas. Havia dificuldade para entrar. Disparos de munição antimotim foram necessários para conter as apenadas que arremessaram ventiladores e outros objetos nos agentes. O fogo foi controlado com a utilização de um extintor. Materiais de fácil combustão, como cobertores e colchões, estavam próximos das chamas.

Conforme o diretor Alex Pacheco, após o princípio de motim, toda a ala feminina foi isolada.

“Além dos arremessos dos objetos e chutes nas portas que ocasionaram muito barulho, os agentes da Susepe foram desacatados com gritos de ordem afirmando que a ‘associação criminosa mandava na cadeia’. Após o controle da situação, nossos agentes conversaram com todos os apenados (cela por cela) e a normalidade voltou. Agradeço os servidores pela rapidez na mobilização e no atendimento ao princípio de motim”, disse Pacheco que informou ainda que duas apenadas ficaram levemente feridas durante a confusão, sendo encaminhadas para atendimento.

O estabelecimento penal, que segue interditado pela decisão judicial expedida da Vara Regional de Execuções Criminais (VEC) de Caxias do Sul, conta com 159 apenados e apenadas cumprindo pena nos regimes semiaberto e fechado. Do efetivo carcerário, 11 são mulheres.

Central de Conteúdo Unidade Aurora

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