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Arcebispo Dom Rodolfo instituirá o acolitato na comunidade católica de Guaporé

por Eduardo Cover Godinho

Tarso Apolônio Zeni e Silvio Antônio Bedin estão dando mais um passo em preparação ao Diaconato Permanente na Comunidade Católica

Tarso Apolônio Zeni e Silvio Antônio Bedin irão passar por mais uma etapa antes da ordenação do Diaconato Permanente
Foto: Arquivo

Em cerimônia a ser realizada durante a Celebração da Santa Missa do próximo sábado, dia 26 de setembro, às 18 horas, na Igreja Matriz Santo Antônio, de Guaporé, o Arcebispo Metropolitano de Passo Fundo, Dom Rodolfo Luís Weber, irá conferir a instituição do Ministério do Acolitato a Tarso Apolônio Zeni e Silvio Antônio Bedin que estarão dando mais um passo em preparação ao Diaconato Permanente na Comunidade Católica. Ambos fazem parte de um grupo de lideranças da Arquidiocese que, após realizarem por três anos consecutivos (2017-2019) estudos de teologia na Escola São Lourenço de Erechim, e terem sido aprovados nos escrutínios realizados nas respectivas comunidades e no Conselho de Presbíteros da Arquidiocese, estão, neste ano de 2020, realizando os ritos de admissão à ordem do Diaconato, com a instituição nos Ministérios do Leitorado e do Acolitato. Segundo as normas canônicas, a instituição nestes Ministérios antecede a Ordenação ao Diaconato Permanente, que está previsto para acontecer em 2021, ainda com data a ser definida.

Em março, Tarso e Silvio receberam o Ministério do Leitorado, em solene celebração presidida pelo Arcebispo. Agora, irão receber, o Ministério do Acolitato que é instituído pela Igreja para os serviços litúrgicos nas celebrações, dentre eles os serviços do altar e a distribuição da sagrada Eucaristia. Neste processo já estão realizando os estágios pastorais em comunidades da Paróquia Santo Antônio. Além disso, Tarso foi convidado por Dom Rodolfo a integrar a Comissão de Assuntos Econômicos da Arquidiocese enquanto Silvio foi convidado a integrar a equipe que prepara o novo Diretório da Ordem com diretrizes para este sacramento no âmbito da Arquidiocese de Passo Fundo, além de estar se integrando à Pastoral da Educação.

O Diaconato Permanente remonta aos primórdios da Igreja, como se encontra registrado no Livro dos Atos dos Apóstolos (At. 6, 1-6) e foi retomado e recomendado no Concílio Vaticano II (1962-65), valorizando-se com ele o serviço da caridade que se concretiza nas pastorais sociais. Na Arquidiocese de Passo Fundo, são doze os candidatos pioneiros que, uma vez ordenados, farão parte do Clero Arquidiocesano.

Segundo o padre Pedro Luiz Nierotka, trata-se de valorizar esta vocação, sabendo que os Diáconos irão fortalecer o trabalho nas comunidades eclesiais, bem como nas pastorais específicas aonde serão chamados a atuar. Ele convida a comunidade a orar pelos candidatos.

O que diz a CNBB sobre o Diaconato Permanente:

“Olhar para o futuro da igreja exige abertura para o novo e capacidade criativa. O futuro está nos indicando para um catolicismo vivido em comunidade de dimensões humanas, que nos concretizem a Doutrina Social da Igreja; que recuperam a dimensão social da Eucaristia; um catolicismo e uma Igreja inseridos no mundo e amando os necessitados. Nesta perspectiva, o ministério diaconal tem um maravilhoso porvir de desenvolvimento e realizações”,

(CNBB. Diretrizes para o Diaconato Permanente: Formação, vida e missão do Diácono Permanente na Igreja no Brasil. Introdução).

Central de Conteúdo Unidade Aurora

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