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​Frustrada nova tentativa de arremesso de drogas e celulares para o Presídio Estadual de Guaporé

por Eduardo Cover Godinho

Pacotes foram interceptados antes da entrada nas celas. Ação acontece menos de cinco dias após revista geral na casa prisional

Foto: Divulgação

A ação “pente fino” nas galerias do Presídio Estadual de Guaporé, realizada com total êxito pelos agentes da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe) e apoio do Grupo de Ações Especiais (Gaes), revelou uma quantidade significativa de aparelhos de telefone celular, acessórios e estoques. Eletrônicos e ilícitos dão entradas em esquema orquestrado na “modalidade” do arremesso. Porém, há tempos as tentativas estão sendo frustradas pelas rápidas investidas dos agentes, dos policiais do 4º Pelotão da Brigada Militar (BM) e da Força Tática (FT).

Em mais uma atividade delituosa, os criminosos não obtiveram sucesso para que celulares, drogas e acessórios para celular dessem entrada nas celas do regime fechado. Na noite da segunda-feira, dia 26 de julho, agentes de plantão observaram pelo sistema de videomonitoramento uma movimentação incomum nas janelas da cela 9. Os servidores avistaram que três pacotes, arremessados da área externa do estabelecimento penal, estavam caídos no chão do pátio interno.

Rapidamente deslocaram-se para o recolhimento, antes que fossem puxados para dentro da cela. Dentro dos invólucros, foram encontrados: 978 gramas de maconha; 27 gramas de crack; dois aparelhos de celulares (marca Samsung); dois carregadores de celular; e dois fones de ouvido. O arremessador não foi visualizado. Uma análise nas câmeras, para tentar identificá-lo, está sendo executada pelos agentes da Susepe.

“Infelizmente é uma prática que tem se tornado corriqueira. Felizmente nossos agentes estão atentos e, em mais uma atividade, conseguiram evitar que todos esses produtos ilícitos pudessem chegar ao poder dos apenados e apenadas”, disse o diretor Alex Pacheco.

A casa prisional prossegue interditada para o recebimento de novos detentos. Não há previsão do Poder Judiciário em liberá-la. Para que isso ocorra, o efetivo carcerário deve ficar em no máximo 200% da capacidade de lotação.

Central de Conteúdo Unidade Aurora

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