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Som automotivo, algazarras, bebidas e consumo de drogas preocupam moradores das proximidades da antiga Hípica

por Eduardo Cover Godinho

Situação está sendo verificada em vias urbanas, em especial, a rua Antônio Gallon, do Loteamento Araucárias

As noites dos moradores do Loteamento Araucárias e proximidades da antiga Hípica, localizados no bairro Planalto, não são as mesmas há dias. Fechadas em 10 de julho de 2021 para evitar a aglomeração de pessoas no enfrentamento e combate à pandemia do coronavírus (Covid-19), as vias urbanas foram reabertas e a agitação retornou. A pior situação é verificada na rua Antônio Gallon.

“Infelizmente não temos mais sossego. A tranquilidade que tínhamos não existe mais. Difícil dormir com tanta gritaria, som alto, ‘cantadas’ de pneus, ronco dos motores e veículos passando em alta velocidade. É durante a semana e piora aos sábados e domingos, ficando quase que insuportável”, disseram os moradores.

Em trecho aproximado de 300 metros, uma legião de adolescentes, jovens e adultos se reúne ao redor dos veículos, com som automotivo muito alto, para descontrair. Porém, os encontros seguem por toda a noite e madrugada. Gritos, algazarras, consumo de bebidas alcoólicas e drogas, automóveis transitando em alta velocidade com motores “gritando” e pneus “chiando” são algumas das situações constatadas quase que diariamente. Nas manhãs, o saldo verificado aponta para latinhas, sacola e copos plásticos, garrafas pet e de vidro, embalagens de preservativos, entre outros resíduos, jogados na via pública e canteiros.

“Muitas pessoas utilizam a área para fazer atividades físicas como caminhar e correr, mas é lamentável encontram o local. Não há respeito com o próximo”, afirmaram.

Os moradores, em busca de soluções para o problema, encaminharam e-mails para o Ministério Público (Promotoria de Justiça da Comarca de Guaporé) e Administração Municipal.

“É um problema antigo que foi momentaneamente resolvido com o trancamento das ruas. Porém, com a abertura das vias, verificamos um agravamento da situação. Não há como suportar o que está acontecendo. As crianças não conseguem dormir e isso altera a rotina diária de estudo e os nossos trabalhos”, salientam.

Os moradores deverão procurar as forças da segurança pública para a busca de soluções e medidas cabíveis.

Central de Conteúdo Unidade Aurora

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