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“Cigarrinha-do-milho” preocupa produtores rurais de Guaporé e região

por Eduardo Cover Godinho

Pouca chuva intensificou a proliferação da praga, considerada uma das mais severas na América Latina.

“É importante que o produtor rural fique atento e faça o monitoramento das lavouras, avaliando constantemente o desenvolvimento das plantas. Observar se há o ataque das pragas é fundamental para que se adote medidas estratégicas com maior brevidade antes que o estrago prejudique a produção e, consequentemente, a colheita”. O alerta para o manejo de pragas na cultura do milho é do extensionista da Emater/RS-Ascar – Escritório de Guaporé, Tiago Oliveira Figueiredo. Ao lado de colegas da instituição, verificaram, juntamente com agricultores, a presença da cigarrinha-do-milho em lavouras do município.

A praga, segundo Oliveira, mede de três a quatro milímetros, possui cor amarelada e desloca-se rapidamente, com ciclo de 25 a 40 dias. A proliferação foi intensificada em virtude das condições climáticas com pouca incidência de chuva ao longo dos meses de plantio e desenvolvimento da planta.

“É um alerta fitossanitário para a cultura do milho. A intenção é orientar a erradicação do milho que nasceu pós colheita e de forma instantânea (milho guacho). Em visita as lavouras coletamos, a Emater e a Secretaria Estadual da Agricultura, amostras para catalogar as cigarrinhas-do-milho e avaliar os possíveis danos causados, bem como a taxonomia, morfologia, método de ataque e quais as bactérias e vírus que está passando”, disse.

O extensionista afirmou que praticamente em todas as lavouras em que o milho nasceu de forma instantânea apresentaram a cigarrinha.

“É um problema muito grande para a safra que vem do milho. Se não fizermos a eliminação, os ataques serão mais severos ainda”.

A praga acomete a planta através da sucção da seiva, também podendo ocorrer a transmissão de fitopatógenos como os molicutes (responsáveis pelo enfezamento vermelho), plantas infectadas pelo fitoplasma e pelo enfezamento pálido, espiroplasma, além do vírus conhecido como Raiado Fino.

“Se não erradicarmos o milho instantâneo nas lavouras, poderemos ter problemas nos próximos plantios”, disse Oliveira que complementou:

“Temos muitas áreas comprometidas e os agricultores devem estar alertas, observando constantemente as plantas. A Emater coloca-se à disposição para realizar o monitoramento e contribuir no controle estratégico da cigarrinha-do-milho e outras pragas”.

Central de Conteúdo Unidade Aurora

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