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Brigada Militar encerra festa clandestina em Gramado

por Clayton Camargo

60 pessoas se aglomeravam e outras estavam por chegar

Foto: Divulgação

Na madrugada de domingo (27/09), a Brigada Militar de Gramado e Vigilância Sanitária encerraram uma festa clandestina em uma casa alugada no Bairro Várzea Grande.

Mesmo o 48º Festival de Cinema, que se encerrou na noite de sábado, não possuindo nenhum evento presencial, ainda assim pessoas vieram para a cidade para tentar realizar festas no município, contrariando a proibição de aglomerações.

Com informações que pessoas estariam alugando casas no município, solicitando a proximidade do Bairro Várzea Grande, e que poderia ter relação com Festival, a Brigada Militar começou a juntar elementos que indicassem que pessoas estariam se organizando para promover uma festa clandestina. Durante todo o sábado os Policiais Militares trabalharam para descobrir o local, para poder de forma ordeira e técnica evitar o evento clandestino.

Depois de muitas buscas, soube- se que em um ponto do Bairro Várzea Grande, as vans buscariam os participantes e levariam até a festa, local que só seria revelado na hora exata do começo da festa. Inclusive usavam na propaganda o nome do evento, deixando a entender que seria uma festa do festival, mesmo estando bem claro que esse ano não ocorreria nenhum evento relacionado devido a pandemia.

Confirmado o ponto, Policiais Militares e agentes da prefeitura foram ao endereço e flagraram a festa ocorrendo no endereço com mais de 60 pessoas aglomeradas. O local estava organizado com estrutura de som, iluminação e fornecimento de bebidas ao público presente. Acredita-se que mais pessoas chegariam, não sendo possível precisar o número exato de pessoas que se fariam presentes no evento ilegal.

A festa clandestina foi encerrada, sendo lavrado termo circunstanciado para os responsáveis pelo evento, nos termos do artigo Art. 268 do CP - Infringir determinação do poder público, destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa.

Os organizadores era um homem de 41 anos, morador de Porto Alegre, e outro de 30 anos, morador de São Leopoldo, com antecedentes de estelionato, lavagem de dinheiro e falsificação de documentos públicos.

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