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UAB solicita para prefeito Flávio Cassina obras emergenciais em três localidades de Caxias do Sul

Baixar Áudio por Rodrigo Fischer

Pedido foi entregue em uma assembleia geral realizada pela entidade

Foto: Rodrigo Rossi/Divulgação

A União de Associações de Bairros (UAB) de Caxias do Sul realizou, na última semana, um encontro para efetuar a assembleia geral da entidade. Na ocasião, foi entregue uma pauta de reivindicações ao prefeito Flávio Cassina (PTB) e ao vice Édio Elói Frizzo (PSB), presentes no encontro.

Os pedidos envolveram manutenções em diversas localidades do município. O presidente da união, Valdir Walter, conta quais as maiores necessidades dos bairros. “Foram entregues reivindicações para o novo governo, são várias solicitações de diversos bairros e loteamentos. Os lugares estavam abandonados, muitos com esgoto a céu aberto, com buracos na rua e outros com problemas de esgoto, entre outros. ”

Os principais problemas se encontram no Campos da Serra, nos loteamentos Monte Carmelo e Parque dos Pinhais. As solicitações abrangem asfaltamento das ruas, regularização de terrenos e saneamento básico, como afirma Walter. “Tem o Campos da Serra, que o problema maior é a escola, pois o pessoal não tem um lugar para colocar as crianças para estudar e vão para tudo quanto é canto da cidade. Tem o Monte Carmelo, com problemas sérios de rua e esgoto a céu aberto, além do Parque dos Pinhais, com dificuldades na regularização e de ruas. Tem vários bairros que estamos com problemas sérios e complicados”

Ele ainda avalia a conversa realizada com Cassina. Segundo ele, após três anos, voltou o contato direto entre a entidade e o Município. “Foi muito especial, porque não tínhamos mais esse diálogo com o prefeito e perdemos muita coisa nesses três anos sem conversa, muitas coisas que deveriam ter sido avançadas. Para nós, a retomada com o novo governo foi primordial, pois só assim conseguimos resolver os problemas da nossa cidade através do movimento comunitário. ”

Agora, o Executivo Municipal analisará quais localidades necessitam de intervenções emergenciais. A entidade dará um prazo de sete a 15 dias para que o órgão responda as demandas levadas pela comunidade.

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