Orientações sobre ataques de abelhas no verão
Insetos ficam mais agressivos nesta época devido ao aumento do calor
Nas últimas semanas, uma série de ataques de abelhas a pessoas e até a animais tem ocorrido no estado do Rio Grande do Sul. Por isso, nossa reportagem entrevistou a bombeira Andreia Minosso, que falou sobre ações básicas e orientações relacionadas a esse tema.
Neste mês, um cavalo foi atacado por um enxame de abelhas em Gentil e acabou falecendo. Já na cidade de Alegria, um homem morreu nesta semana após também ser atacado por abelhas.
Esses insetos ficam mais agressivos nesta época devido ao aumento do calor no verão. Porém, no início da manhã, no fim da tarde e à noite, elas tendem a ficar mais tranquilas por causa do clima mais fresco.
Segundo Andreia, é importante entender a diferença entre abelhas e vespas, pois o processo de manejo é diferente para cada uma. “As abelhas podem ser identificadas por serem peludas e mais robustas. Elas coletam pólen e morrem após uma única picada. Já as vespas são lisas, brilhantes, têm a cintura mais fina e podem dar múltiplas picadas, o que as torna mais agressivas onde estiverem”, afirma.
As abelhas não devem ser mortas, pois são protegidas por lei ambiental. Nesses casos, é necessário acionar um apicultor ou o Corpo de Bombeiros para realizar a realocação dos insetos. Já as vespas podem ser eliminadas quando oferecem risco.
Para finalizar, a bombeira deixa o Corpo de Bombeiros à disposição para prestar o auxílio necessário. “Não cheguem perto, seja vespa ou abelha. É perigoso, principalmente no caso das abelhas, mas ambas oferecem risco. O ideal é ter cuidado e entrar em contato conosco. Vamos orientar e resolver a situação junto com quem precisa”, destaca.
Comentários