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Viajantes para Copa nos EUA, México e Canadá devem atualizar vacina contra sarampo

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Segundo orientações do Ministério da Saúde, os três países registram circulação ativa do vírus

Foto: Diones Pimentel/ Tua Rádio

A coordenadora de Vigilância em Saúde, Isabel Koch, alertou sobre a necessidade de atualização da vacina contra o sarampo para quem vai viajar aos Estados Unidos, México ou Canadá para acompanhar a Copa do Mundo. Segundo orientações do Ministério da Saúde, os três países registram circulação ativa do vírus, enquanto o Rio Grande do Sul não tem casos autóctones, ou seja, qualquer ocorrência na região tende a ser trazida de fora. Por isso, recomenda-se que os viajantes procurem a unidade de saúde pelo menos 15 dias antes da viagem, levando o comprovante da passagem e a caderneta de vacinação para verificar o esquema vacinal. A imunização segue o calendário oficial: duas doses para pessoas de 12 meses a 29 anos e uma dose para faixa etária entre 30 e 59 anos. Quem não tiver registro físico ou eletrônico das doses deve completar o esquema. Com apenas uma dose, aplicada com antecedência mínima de 15 dias antes da partida, já é possível viajar com segurança, pois esse é o tempo necessário para o organismo produzir anticorpos.

Isabel destacou que a orientação é direcionada, neste momento, apenas a quem se desloca para os países-sede da competição, onde o número de casos é maior, com o objetivo de evitar a importação do vírus para o Brasil. Em 2025, o Rio Grande do Sul registrou um caso importado dos Estados Unidos, e neste ano já foram confirmados dois casos no país, um em São Paulo e outro no Rio de Janeiro. Os principais sintomas da doença são febre, manchas vermelhas pelo corpo e sintomas respiratórios, e a transmissão ocorre por meio de gotículas liberadas ao falar, tossir ou espirrar. A vacina está disponível em todas as unidades básicas de saúde, e a verificação do histórico é feita tanto pela caderneta física quanto por meio dos sistemas informatizados do Ministério da Saúde.

A coordenadora também falou sobre a campanha contra a gripe, que ainda não atingiu a meta de cobertura esperada no município. Até o momento, a imunização está restrita aos grupos prioritários ,como idosos, gestantes, profissionais de saúde, crianças e pessoas com comorbidades, e a adesão ainda é considerada baixa. Embora não haja falta de doses nas unidades, Isabel orienta que o público-alvo procure atendimento o quanto antes, antes do período de maior circulação do vírus no inverno. Uma nova remessa de vacinas, com cerca de 400 mil doses, deve chegar ao estado nos próximos dias, mas a distribuição será feita gradativamente. 

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