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Prefeitura caxiense estuda que hospitais de campanha contra o Covid-19 custariam cerca de R$ 700 mil mensais

Baixar Áudio por Rodrigo Fischer

Em entrevista ao programa Em Alta, o secretário de Gestão e Finanças explicou o que falta para os dois locais

Foto: Prefeitura de Caxias do Sul/Divulgação

O bispo Dom José Gislon colocou a disposição duas áreas da Mitra Diocesana de Caxias do Sul para ajudar no combate ao novo coronavírus (Covid-19). A ideia é que os locais sirvam como hospitais de campanha. As tratativas foram firmadas em um encontro realizado com o prefeito Flávio Cassina (PTB), nesta segunda-feira (30/03), no Salão Nobre do paço municipal.

Os espaços serão o Centro Diocesano de Formação Pastoral, no bairro Colina Sorriso, que vai disponibilizar 64 leitos, enquanto a Casa de Retiro, no Diamantino, dará 45 camas. A pasta da saúde avaliou que a segunda área será um abrigo aos profissionais da saúde para que não necessitem retornar para suas casas durante a pandemia.

Com a cedência do Centro, Caxias do Sul possui dois hospitais de campanha. O primeiro está em uma área disponibilizada pelo Hospital Virvi Ramos, onde era o antigo centro de saúde mental. Com isso, o Município terá mais 34 vagas, totalizando 98 leitos.

Em entrevista ao programa Em Alta, o secretário municipal de Gestão e Finanças, Paulo Dahmer, falou sobre os gastos do Executivo, no momento, com a pandemia. “Só ontem (30/03), com medicamentos para tratamento de broncopneumonia e outras doenças respiratórias, gastamos R$ 270 mil. O custo desses hospitais (de campanha), com pessoal que será contratado, equipamentos, medicamentos e demais insumos, gira em torno de R$ 700 mil por mês cada um (hospital de campanha), por meio de pagamento da Prefeitura.”

Dahmer, contou o que necessita ser adquirido para os locais virarem um hospital de campanha. Atualmente, o Município segue e Lei Federal de Calamidade Pública, que dispensa exigência de licitação para obter os equipamentos. “Basicamente, necessitamos de rouparia e de respiradores de oxigênio. Tudo terá que ser comprado junto aos fornecedores. Em relação à rouparia, vamos contratar uma empresa que atenda esse tipo de serviço para levar diariamente a roupa “suja” e entregar a “limpa”, pois existe toda uma lavagem especial em função da utilização. Também vamos fazer um aporte de compra para aqueles móveis que faltam, específicos de um quarto de hospital.”.

CLIQUE AQUI e confira a entrevista concedida aos repórteres Fernando Levinski e Rodrigo Fischer

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