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Patas Protetoras pede ajuda a comunidade para quitar dívidas

Baixar Áudio por Bruno Roso

Nossa reportagem conversou com Marina Zuccolot, integrante da direção do Patas Protetoras. Ela nos explicou como a dívida alcançou rapidamente essas cifras

Foto: Divulgação

Sempre prontos para ajudar os animais mais necessitados, dessa vez é o Patas quem precisa de ajuda. A ONG voltada à causa animal acumulou R$ 38 mil reais em dívidas e teve de suspender os resgates dos animais em situação de abandono. Ao tornar pública a situação, o Patas encontrou uma corrente do bem com inúmeros apoiadores. Muitas doações foram recebidas, mas a entidade está longe de saldar a dívida. Quem quiser contribuir pode fazer um pix para o número CNPJ do Patas que é o 55.819.169/0001-60. Não há valor mínimo ou máximo, qualquer doação está sendo aceita para ajudar a abater a dívida que não para de crescer e ameaça as operações do Patas. Além disso, os interessados em contribuir mensalmente com a entidade podem fazer contato com os membros para aderir aos planos. 

Nossa reportagem conversou com Marina Zuccolot, integrante da direção do Patas Protetoras. Ela nos explicou como a dívida alcançou rapidamente essas cifras. “Hoje a gente atende animais de rua e animais de famílias carentes. Uma situação que aconteceu faz mais ou menos um mês e meio: recebemos um pedido de ajuda para atender a um cão que foi atropelado entre Marau e Passo Fundo. Quem atropelou não prestou socorro. Outras pessoas que viram nos ligaram.   O animal estava todo fraturado do abdômen para baixo e precisou de uma cirurgia. Foi gasto em torno de R$ 8.500 e o animal não sobreviveu. Esse é apenas um exemplo de situações que ocorrem praticamente todo dia na questão de resgates”, conta Marina. O Patas ainda tem custos com rações, medicamentos, entre outros. 

Atualmente o Patas tem 40 animais sob tutela. Alguns estão alocados em lares temporários e outros em clínicas veterinárias parceiras. Mas tudo tem um custo diário enquanto esses animais não encontram novos lares adotivos.

Ouça a entrevista completa concedida por Marina, clicando em ouvir notícia.

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