Vereadores questionam FAS sobre terceirizações
A crise na gestão municipal se intensifica com requerimento protocolado por parlamentares
O Executivo municipal, por meio da Fundação de Assistência Social (FAS), terá de responder a questionamentos dos parlamentares caxienses, num prazo de 30 dias. O requerimento 181/2017, com 17 itens e perguntas, foi protocolado pelos vereadores Rafael Bueno/PDT e Renato Oliveira/PCdoB, e aprovado, por unanimidade, pelo plenário na sessão ordinária desta quinta-feira (14/12). O período de um mês para o retorno do Executivo ao Parlamento caxiense é definido pela Lei Orgânica do município.
Entre as indagações listadas no documento, os vereadores querem saber se a decisão da administração municipal de terceirizar os serviços da Casa Carlos Miguel contou com a aprovação do Conselho de Assistência Social. Também questionam se a FAS pretende terceirizar outros espaços semelhantes e abrigos de acolhimento para crianças e adolescentes mantidos na cidade, e onde estariam as pessoas que eram atendidas pelo extinto Acolhe Caxias.
Bueno e Oliveira perguntam, ainda, se haverá continuidade no repasse de recursos para a manutenção da Casa de Acolhimento Celeiro de Cristo.
Também indagam a respeito da direção de Alta Complexidade da FAS; do número de assistentes sociais e psicólogas na diretoria de gestão do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) na cidade; e da situação da Coordenadoria do Idoso; dos auxílios funerais; e da entrega de cestas básicas. Na plenária de hoje, os autores do requerimento fizeram críticas e cobranças ao prefeito Daniel Guerra/PRB e à direção da FAS sobre o atendimento público atual na área da assistência social.
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