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Novas placas de rua transformam visual urbano de Caxias do Sul e superam meta de instalação

por Alice Corrêa

Mais de 4 mil toponímicos já foram instalados ou revitalizados desde o início do contrato com o Consórcio Mobiliário Caxias, que também garante reciclagem total dos materiais antigos

Foto: Cristofer Giacomet

Caxias do Sul está passando por uma transformação visual com a instalação de novas placas de identificação de ruas e avenidas, conhecidas tecnicamente como toponímicos. A ação integra uma parceria público-privada entre a Prefeitura e o Consórcio Mobiliário Caxias — formado pelas empresas Imobi, Infront e Kallas Mídia — e já superou as metas previstas para 2025.

Desde o início da operação, em outubro de 2024, foram instaladas 2.892 placas de esquina e revitalizados ou colocados outros 1.342 conjuntos toponímicos. O número é 88% superior à meta prevista para este ano, que era de 1.400 placas e 850 conjuntos. A previsão é de que os serviços sejam concluídos antes do prazo contratual, como aponta Daniel Costa, sócio-fundador da Imobi. “Estamos em um ritmo acelerado, muito provavelmente cumprindo a conclusão antes do prazo previsto em contrato”, afirma.

O contrato prevê um total de 16.495 placas e 2.495 conjuntos de toponímicos a serem implementados ou substituídos em até 24 meses. A prioridade é dada a ruas sem identificação ou com placas danificadas. A manutenção dos equipamentos segue critérios rigorosos: 24 horas para reparos emergenciais e até 48 horas para os demais.

Com validade de 20 anos, a concessão visa modernizar a sinalização viária de Caxias, melhorar a infraestrutura urbana e facilitar a localização para moradores e visitantes, conectando urbanismo à vitalidade econômica local.

Compromisso ambiental
Além da modernização, o projeto também se destaca por sua preocupação com o meio ambiente. A Imobi reaproveita 100% das placas e postes retirados das vias urbanas, evitando o envio para aterros sanitários. Os materiais são reciclados e transformados em novos itens de uso público, como corrimãos para escolas e prédios públicos.

“Ao retirar um material degradado das ruas, revitalizamos e damos outra vida a ele. Um poste pode se tornar um corrimão, por exemplo. Precisamos ter ações hoje para garantir o amanhã”, reforça Daniel Costa.

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