Rio Grande do Sul registra maior taxa de ocupação da história no 4° trimestre de 2024
Com 6,077 milhões de trabalhadores ocupados e o maior número de registros de Carteira de Trabalho assinada no setor privado, o Estado alcança índices recordes, superando desafios climáticos e econômicos.
O Rio Grande do Sul atingiu a maior taxa de ocupação da sua história, com 6,077 milhões de trabalhadores ocupados no 4° trimestre de 2024, de acordo com dados divulgados pelo IBGE e compilados pela Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social (FGTAS). O número marca um recorde na série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua).
Além disso, o Estado também registrou o maior contingente de pessoas com Carteira de Trabalho assinada no setor privado, alcançando 2,561 milhões de trabalhadores assalariados com carteira. Essa marca, somada à ocupação geral, representa uma recuperação significativa após os impactos dos eventos climáticos extremos de maio de 2024, que afetaram diretamente a economia regional.
A taxa de desocupação no Rio Grande do Sul, por sua vez, foi de 4,5%, a segunda menor já registrada no Estado e próxima do recorde de 4,4% do 4° trimestre de 2012. O índice é muito inferior à média nacional de 6,2%, refletindo a solidez do mercado de trabalho gaúcho, que supera, em parte, os efeitos da crise climática.
José Scorsatto, diretor-presidente da Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social (FGTAS), comentou com entusiasmo os dados divulgados pela PNAD, que revelam a maior taxa de ocupação da série histórica no Rio Grande do Sul. “Os números são extremamente positivos. Hoje, temos mais de 6 milhões de trabalhadores ocupados, seja no mercado formal, com carteira assinada, ou informal. Estamos falando de um total de 2,561 milhões de trabalhadores com carteira assinada, mas também daqueles que atuam de forma autônoma, como diaristas e prestadores de serviços. Esses dados mostram a força do mercado de trabalho do nosso Estado”, afirmou.
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