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Veranópolis registra queda no número de turistas durante a pandemia

por Almeri T Angonese
Foto: Dirceu Tedesco/ Tua Rádio Veranense

A pandemia afetou diversos setores da economia e o turismo sofreu duras quedas com suspensão de vôos, fechamento de fronteiras internacionais, interdição de atrações turísticas, bem como a queda nas reservas de hotéis. Na microrregião de Veranópolis, Vila Flores, Nova Prata, Fagundes Varela e Cotiporã, o setor turístico também foi afetado.

Comparação com 2019

Em Veranópolis, a Turismóloga Gisele Martins afirma que houve uma queda considerável nos números de visitantes, mesmo com a circulação de pessoas, quando a bandeira estava laranja ou vermelha no Modelo de Distanciamento Controlado do Governo do Estado. 

As Secretarias de Turismo de Vila Flores, Cotiporã e Nova Prata, informaram quedas de mais de 90% no número de visitantes que circularam pela região. No entanto, a Secretária de Turismo de Cotiporã, informou que no município, houve um pequeno aumento na procura por turismo ao ar livre e turismo de natureza.  Em Fagundes Varela, o setor turístico do município não foi muito afetado, uma vez que, está iniciando seu desenvolvimento agora com perspectivas de crescimento futuro.

Áreas do setor turístico mais afetadas

A cadeia do turismo é ampla e abrange vários setores econômicos. Em tempos de pandemia, com a diminuição drástica de turistas e visitantes, os setores que mais sofreram foram os ligados diretamente ao turismo, como empreendimentos turísticos, hotelaria e gastronomia. Além destes, guiamento (Guias de Turismo), atrações turísticas, artesanato, também foram áreas bastante afetadas.  Considerando a queda nesses setores, os fornecedores dos mesmos também foram afetados. Além disso, o turismo ligado ao setor de eventos sofreu impactos com as restrições causadas pela pandemia de Covid-19. Em Vila Flores, o turismo religioso, foi fortemente afetado pelas restrições de circulação.

Perspectivas do setor para 2021

As perspectivas são de retomada gradual que estão intrinsicamente ligadas à sensação de segurança que o turista tem em viajar, proporcionados pela vacinação, protocolos e outros fatores. Como houve movimentação de visitantes durante as bandeiras laranja e vermelha, acredita-se que ainda este ano haverá uma retomada gradual, que foi interrompida no início deste ano em função do agravamento da pandemia de Covid-19. Assim como houve a demissão de diversos trabalhadores do setor, acredita-se que com a retomada, poderá haver abertura de vagas como forma de reposição ainda este ano. Além disso, há uma movimentação de potenciais empreendedores que enxergam a retomada do turismo como oportunidade de negócio e já estão planejando e avaliando o setor.

A perspectiva é para que a partir do segundo semestre, haja melhoras nos números relativos a Covid-19, para que gradualmente seja possível trabalhar de forma mais segura e com condições necessárias para estar efetivamente abertos ao turismo. O Selo Turismo Responsável, do Ministério do Turismo, é uma realidade muito importante e que impõe uma normativa de boas práticas de higienização para os segmentos do setor cadastrados, ocasionando segurança ao visitante e incentivo ao turismo. É um novo momento para o setor, um desafio a cada dia que passa uma readaptação ao período pelo qual estamos passando e vivendo.

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