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Sindiserv defende testagem em massa dos trabalhadores da saúde

por Isadora Helena Martins

Em entrevista na Tua Rádio São Francisco, presidente da entidade, Silvana Piroli, também afirmou ser contra o retorno das aulas conforme propôs o governo estadual

Foto: Divulgação / Agência Brasil

O surto de coronavírus registrado entre os profissionais do Serviço Móvel de Urgência (SAMU) em Caxias do Sul acendeu o alerta para as condições de trabalho dos servidores da saúde. Conforme a prefeitura, no total, 16 trabalhadores do setor foram diagnosticados com a doença, por meio de teste rápido, na última semana.

O Sindicato dos Servidores Municipais (Sindiserv) de Caxias do Sul, que representa a categoria, se manifestou por meio da presidente, Silvana Piroli, afirmando que vem acompanhando a situação desde o início da pandemia. “Nós temos feito vários protocolos, nos reunimos com a Administração por várias vezes. No início da pandemia monitoramos se todos os servidores teriam EPIs necessários, rotinas e formas de trabalho para garantir a segurança”, afirmou.

Silvana também pontuou que o maior número de casos de coronavírus na área da saúde se dá pela própria natureza da profissão: “É preocupante parque o vírus está numa fase de disseminação, estamos em um período de alta do vírus e aqueles que estão trabalhando precisam ter sua saúde preservada para manter a qualidade dos serviços”.

Quanto aos servidores do Samu contaminados, a presidente do Sindiserv lamentou o ocorrido e afirmou a necessidade de redobrar os cuidados no setor da saúde. “Queremos a testagem de todos os trabalhadores da saúde, em diferentes níveis. Porque nesse caso, foi diagnosticada a doença em trabalhadores que estavam assintomáticos. Então, a testagem é muito importante para poder afastar as pessoas durante a contaminação pra preservar saúde dos envolvidos”, disse.

 

Retorno das aulas

Quanto ao possível calendário de retorno das aulas anunciado pelo Governo do Estado nesta terça-feira (11), Silvana afirmou que o Sindiserv é contrário à medida. “No momento em que a Covid está em alta, em que não baixam os índices de contágio, retornar ao ambiente escolar mesmo que seja de forma gradativa, agora no final de agosto, me parece uma medida que não é adequada”, ponderou. Ouça a entrevista completa AQUI.       

A sugestão do Estado é de que o retorno gradativo às aulas ocorra a partir do dia 31 de agosto e o primeiro nível a voltar seria o Ensino Infantil. O Ensino Superior retornaria em 14 de setembro, o Médio e Técnico, em 21 de setembro, os anos finais do Ensino Fundamental, em 28 de setembro e os anos iniciais, em 8 de outubro. Porém, a possibilidade ainda está em discussão e é prevista somente nas regiões que estiverem em bandeira amarela e laranja.

Central de Conteúdo Unidade Tua Rádio São Francisco

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