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Polícia Civil deverá indiciar autor de estupro em Soledade

por Leticia Nunes

A delegada regional, Fabiane Bittencourt destaca que as investigações continuam

Delegada Fabiane Bittencourt.
Foto: Paulinho Paes/Tua Rádio Cristal.

A Polícia Civil prossegue as investigações e oitivas quanto ao caso de estupro de vulnerável, ocorrido no final da tarde desta terça-feira, 17/11, no bairro Expedicionário, em Soledade, em que o padrasto de uma menina de 8 anos, foi preso em flagrante em virtude de ter ocasionado o delito.

Durante entrevista para Tua Rádio Cristal, a delegada regional, Fabiane Bittencourt, afirmou que o preso deverá será indiciado por estupro de vulnerável e que espera realmente que o autor permaneça recluso, a fim de responder a todo processo desta maneira.

“Acreditamos que mesmo sem a conclusão da investigação, já temos provas suficientes para o indiciamento deste indivíduo, tanto é que foi realizado o auto de prisão em flagrante. Ainda acreditamos, que em vista destas provas e da periculosidade deste indivíduo ele deva permanecer preso para responder pelo delito que cometeu”.

Conforme Fabiane, o preso durante depoimento, confessou a autoria do crime. “Fizemos o interrogatório do autor filmado, com a presença de um advogado que nos auxiliou e o autor confessou o crime. Disse que se arrependeu do que fez, mas que não foi a primeira vez que cometia tais atos”.

Além disso, Fabiane afirmou que uma situação muito importante será a oitiva da mãe da criança. “Vamos ouvir os demais familiares, em especial da mãe da menina. Precisamos saber até que ponto esta mãe não teve responsabilidade no fato em si, a final nossa legislação criminal permite o indiciamento de mães por crimes de estupro, quando na investigação se verifica que a mãe permitiu de alguma forma a realização do crime”.

Ao final da tarde desta terça-feira, 17/11, segundo a delegada, houve uma escuta especializada com a vítima, de apenas 8 anos, quando declarou que o padrasto já havia cometido o ato de 3 a 4 vezes.

Ainda de acordo com a autoridade policial, os exames clínicos apontaram que a conjunção carnal entre o autor e a vítima não chegou a se concretizar, mas que agora todo um cuidado deve ser levado em conta, especialmente. quanto a parte psicológica desta criança.

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