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Sessão ordinária da câmara de vereadores de Soledade foi marcada por discussões em torno do ambulatório no I.E. São José

Baixar Áudio por Marcus Vinicius Prates de Souza

Vereadores de oposição entendem que o valor usado naquele local foi mal aplicado

O Legislativo soledadense esteve reunido em mais uma sessão ordinária na noite desta segunda-feira, 22/06, moções e projetos de lei foram aprovados por unanimidade. Destaque para a moção de autoria do vereador do PL, Gustavo Baldissera, parabenizando a Academia Soledadense de Letras pelos seus 10 anos de intensas e relevantes atividades no município, também a moção de autoria do vereador do PSDB, Edson Ivo Stecker, a ser enviada ao prefeito, Paulo Cattaneo, para que o Poder Executivo providencie a aquisição de três ventiladores pulmonares mecânicos, e ainda o projeto de lei 31/2020, que revoga a Lei Municipal nº 2.073/2001, que dispõe sobre o horário de funcionamento das farmácias e drogarias.

A revogação da lei municipal descrita acima se fez necessária em virtude de que a mesma havia sido redigida em 31/05/2011, e o que estava previsto em seu teor, na prática não estava acontecendo, ou seja, havia um planejamento de rotatividade de plantão entre as farmácias, deveria ocorrer um rodízio entre as mesmas no atendimento ao público, especialmente nos finais de semana e feriados. O que de fato está acontecendo é o atendimento único de uma grande rede de farmácias, não contemplando estabelecimentos considerados menores.

Miguel Adones de Campos, vereador presidente da câmara de vereadores de Soledade, informou que houve entendimento entre legislativo e executivo, que as demais farmácias fiquem liberadas, se assim acharem interessante, em abrir seus comércios durante a noite, feriados e finais de semana, com isso permitindo o livre comércio para os proprietários das drogarias instaladas em Soledade.

Ainda durante a sessão houve discussões acaloradas sobre a instalação de um ambulatório respiratório no Instituto São José, onde os vereadores de oposição cobraram informações sobre valores gastos naquele local, segundo os mesmos, desnecessários, pois não houve até o presente momento nenhum tipo de atendimento naquele local.

Miguelzinho destacou que os vereadores da situação irão até o local e formarão as suas próprias opiniões para posteriormente possam dar o contraponto aos colegas da oposição.

“Eu não sei de onde os colegas vereadores de oposição tiram esse valor de R$ 80 mil, em conversa com o secretário da saúde, Diego Vidaletti, me foi informado dois gastos no local que juntos somam R$ 13 mil, no entanto vamos esperar o pedido de informação chegar até a casa legislativa para que possamos fazer uma análise concreta do que foi feito”, enfatizou Miguelzinho.

No entendimento dos vereadores de oposição, o dinheiro usado no Instituto São José deveria ser aplicado na recuperação da obra do Centro Clínico junto ao hospital Frei Clemente, que inclusive foi retomada nesta segunda-feira, 22/06.

Ouça a entrevista com Miguel Adones de Campos, na íntegra, no player de áudio acima.

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