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Legislativo aprova convênio do Executivo com o Hospital de Soledade para construção de ambulatório para atendimento de casos da Covid-19

Baixar Áudio por Marcus Vinicius Prates de Souza

Vereadores de oposição, mesmo aprovando o projeto, fizeram seu contraponto sobre o assunto em questão

Legisladores soledadense
Foto: Letícia Nunes/Tua Rádio Cristal

A obra conhecida como “elefante Branco”, na esquina do hospital Frei Clemente em Soledade, deu mais um passo para que aconteça a finalização da mesma e posteriormente tenha a sua finalidade cumprida.

Na noite desta segunda-feira, 01/06, o legislativo soledadense reunido em sessão ordinária, aprovou por unanimidade o projeto de lei enviado pelo executivo municipal destinando uma verba no valor de R$ 550.000,00 (quinhentos e cinquenta mil reais) para a conclusão da parte térrea da obra em questão.

Presidente da câmara de vereadores do município, Miguel Adones de Campos disse se tratar de investimento necessário em nosso município, pois o prédio em questão, num primeiro momento será usado, se necessário, como ambulatório para o combate ao coronavírus.

Mesmo aprovando o projeto em questão, vereadores de oposição fizeram seu contraponto, questionando porque o valor investido junto ao Instituto São José para a instalação de um ambulatório naquele educandário não foi colocado imediatamente nesta obra junto à casa de saúde soledadense.

Miguelzinho disse se tratar de ideias e colocações diferentes de alguns colegas vereadores e que merecem ser respeitadas, no entanto destacou a agilidade nas ações do secretário municipal de saúde do município tomando decisões rápidas no intuito de atender pessoas que apresentassem sintomas da Covid-19. “Graças a Deus não foi preciso até agora usar o espaço junto à escola São José e que também não seja necessário nesta obra, usando o local para tratamento de outras doenças”, enfatizou.

Quanto ao investimento de valores no São José, o vereador disse que será muito bem aproveitado pelo educandário que saberá como usar com seus alunos, portanto, segundo ele, não foi um investimento perdido.

Independente das divergências, o ponto mais importante que se percebeu em toda a situação é de que a obra, depois de recuperada, terá uma finalidade, ou seja, servir a saúde de soledade para os soledadenses.

Ouça a entrevista com Miguel Adones de Campos, na íntegra, no player de áudio acima.

Central de Conteúdo Unidade Tua Rádio Cristal

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