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Violência doméstica predomina nas ocorrências registradas nas últimas horas em Lagoa Vermelha

por Rudimar Galvan
Campanha da Polícia Civil vale para todo o Estado.
Foto: Divulgação

Brigada Militar e Polícia Civil de Lagoa Vermelha, tem registrado várias ocorrências relacionadas à violência doméstica, nesse período de quarentena. Casos graves como esse, são registrados na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento e também podem ser comunicados na delega on line.

Nas últimas horas, dois casos foram registrados pela Brigada Militar e encaminhados à DPPA.

Um dos casos envolveu uma menor de idade. A BM foi acionada pela mãe da vítima. Em depoimento, a mãe informou que sua filha de 16 anos de idade, é casada e, com frequência é agredida pelo companheiro; entretanto, nos últimos dias, se agrediram mutuamente resultado em diversas lesões.

A mãe, preocupada, resolveu acionar a polícia, mas a jovem (vítima) não quis representar contra o companheiro, inclusive nunca demonstrou interesse em acionar a polícia, segundo informações da mãe. Como a mãe tomou iniciativa e acionou a BM, a jovem discutiu com a genitora e fugiu de casa, com seu companheiro, embrenhando-se em um mato nas proximidades de sua casa. A BM fez buscas, porém eles não foram encontrados. O caso foi registrado no bairro Oliveira.

Ainda no bairro Oliveira, na Avenida Circular, a BM foi acionada para atender mais uma ocorrência da Lei Maria Penha, onde a vítima tem medida protetiva, porém aceitou que o marido retornasse para casa. Nas últimas horas ele lhe agrediu e fez diversas ameaças. Os policiais foram chamados, mas o acusado fugiu antes da polícia chegar.  

Nas últimas duas semanas, cerca de 10 casos de violência doméstica já foram registrados em Lagoa Vermelha e municípios da região.

A polícia Civil divulgou que já é possível registrar ocorrências de violência doméstica através do site da Delegacia OnLine do Rio Grande do Sul. Apesar de ser possível o registro, a polícia esclarece que a função está disponível apenas para casos em que não são necessárias medidas protetivas de urgência.

A fim de prevenir o crescimento de casos do novo Coronavírus (COVID-19), evitando a circulação e o contato de pessoas, a instituição passou a registrar nos plantões de suas delegacias apenas casos que demandem a intervenção policial imediata, como homicídio, latrocínio, estupro, roubo, recuperação e devolução de veículos e violência doméstica onde são necessárias as medidas protetivas. Além da nova ferramenta, desenvolvida pela Companhia de Processamento de Dados do Estado (Procergs), 29 fatos criminais específicos que já existiam na página e permanecem disponíveis para registro.

Como Registrar:

  1. Acesse o site da Delegacia Online, por meio de um computador, tablet ou smartphone.

2. Tenha em mãos documento de identidade ou CPF. Também é necessário endereço de e-mail válido.

3. Para outros fatos, preencha o formulário disponível na página. É nele que o cidadão irá narrar os fatos e contar, na sua versão, o que aconteceu. Já se o crime consta em uma das 29 opções específicas do site, o cidadão deve clicar no fato e seguir as instruções.

4. A partir do início do registro já será gerado um número de protocolo com 15 dígitos, possibilitando a continuidade do preenchimento em outro momento, sendo gerado, portanto, um rascunho antes da finalização. Esse protocolo será enviado por e-mail ou mensagem de celular (o SMS é gerado apenas para quem tem Login Cidadão RS).

5. Finalizado e enviado registro, é necessário aguardar a validação por parte da Polícia Civil para que o registro tenha validade.

6. Para acessar a ocorrência, basta consultar o protocolo no site da DOL. A partir daí, é possível visualizar a ocorrência por meio de um PDF. O documento tem a mesma validade do que seria entregue na Delegacia de Polícia.

7. Para imprimir a ocorrência, é preciso ter acesso a uma impressora.

Atendimento nas delegacias

Os cidadãos que necessitarem de atendimento presencial não ficarão desassistidos. Todos serão orientados à higienização com álcool em gel, que será fornecido pelo órgão, tão logo adentrem as delegacias. Em locais onde não houver barreira de vidro que separe o servidor do indivíduo, deverá ser adotada uma distância mínima 1,5 metros para atendimento.

O alerta, no entanto, é para atendimento de quem apresentar sintoma respiratório (gripe, espirro, coriza, secreção nasal etc.), que ficará condicionado à proteção da saúde do servidor policial. Os responsáveis pelas delegacias também estão orientados a evitar a entrada simultânea ou a aglomeração de pessoas, principalmente nos plantões

 

Central de Conteúdo Unidade Tua Rádio Cacique

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