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DAER recupera parte do trecho esburacado na ERS-129 entre Guaporé e Serafina Corrêa

por Eduardo Cover Godinho

Situação, mesmo com o tapa-buracos paliativo, ainda preocupa condutores que trafegam pelo trecho de 20 quilômetros da rodovia

Enfrentando dificuldades de gestão, financeira e com déficit em seu quadro de servidores, o Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (DAER), autarquia do Governo Estadual vinculada à Secretaria de Logística e Transportes, não tem conseguido dar conta da demanda existente de manutenção e melhorias nas rodovias do Rio Grande do Sul. Problemas nos pavimentos asfálticos são constantes e em diversos trechos é quase impossível transitar com segurança.
Entre Guaporé e Serafina Corrêa, apesar do asfalto apresentar boas condições em praticamente 70% dos 20 quilômetros, em diversos pontos, conduzir os veículos exige muita atenção e cuidados redobrados. Entre os trevos de acesso a “Capital da Hospitalidade" (principal e da Linha Quinta Pinheiro Machado/Peruzzo) a situação é deplorável com muita rachadura, buracos e ondulações na pista. Problemas de buracos também são verificados na Linha Sexta, Sétima, Oitava – especialmente na famosa “Reta do Betanin”, Linha Nona e num longo trecho de descida da Linha Décima, proximidades do trevo secundário (acesso ao Cristo Rei) em Serafina Corrêa.
Depois de cobranças de condutores, vereadores e autoridades do Poder Executivo, inclusive pedidos da Coordenadoria Municipal da Defesa Civil (COMPDEC) para análise mais detalhada da situação do pavimento, o DAER, através da 6ª Superintendência com sede em Passo Fundo, encaminhou uma empresa para a realização de uma operação emergencial de tapa-buracos. O serviço paliativo foi executado ao longo da semana.
“Infelizmente é esse o retorno que o Governo Estadual nos dá pelos impostos que pagamos. A empresa, contratada pelo DAER, veio com três funcionários, um caminhão e duas pás e, literalmente, jogou o material nos buracos. Um serviço que não vai durar. Logo os buracos vão estar abertos novamente e teremos problemas em trafegar. É jogar dinheiro fora”, disse um condutor, que prefere não ser identificado que, praticamente todos os dias utiliza a rodovia.
Outro usuário da ERS-129, Jadson Gava Ghisleri, salienta que andar pelo trecho é perigoso.
“Percorro a rodovia toda a semana e me deparo com muitos condutores parados no acostamento com problemas de estouro de pneus, quebra de suspensão e rodas. Seria importante o DAER olhar com carinho para a rodovia. O fluxo é grande e não são muitos os pontos de asfalto que requerem uma atenção especial, não somente um tapa-buracos paliativo”, disse o professor de Educação Física.
O temor dos motoristas que trafegam pela rodovia, trecho entre Guaporé e Serafina Corrêa, é que a chuva, somada ao trabalho paliativo executado durante a semana e a intensa movimentação de veículos leves e pesados, abra novamente os buracos e volte a causar prejuízos financeiros aos usuários da ERS-129.

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