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Razera integra Força Nacional na Usina de Belo Monte

por Eduardo Cover Godinho

Policial militar, lotado em Serafina Corrêa, colabora na segurança da construção da maior usina hidrelétrica do mundo na atualidade

Policial militar integra a Força Nacional desde 2013 e já participou de inúmeras operações no Brasil
Foto: Divulgação

A preocupação com a segurança do canteiro de obras da hidrelétrica de Belo Monte, no Estado do Pará, fez com que os empreendedores da usina incluíssem, no plano para a instalação dos alojamentos da obra, quartos para abrigar homens da Força Nacional. A necessidade da medida é em função das constantes ameaças de confrontos com indígenas e também por causa do quebra-quebra ocorrido na hidrelétrica de Jirau, no início de 2012. O uso da Força Nacional, que não divulga a quantidade de servidores presentes na operação, se justifica por se tratar de obra considerada estratégica para o país. As tropas ocupam oficialmente a região desde o fim de março de 2013.

É neste ambiente, de muito trabalho dos operários e confrontos pelas terras, que se encontra o policial militar Vinícius Razera, lotado no quartel da Brigada Militar de Serafina Corrêa. O rapaz, que tem sua história de vida voltada para defender a segurança e promover a paz, é um dos servidores dos quatro cantos do Brasil que estão em operação especial em Altamira. Ele integra a Força Nacional desde 2013 e foi convocado pelo Governo Federal para colaborar nas atividades de segurança nos três sítios (Belo Monte, Bela Vista e Pimentel).

“Fui mobilizado no mês de março para cooperar com a Força Nacional na segurança dos operários que estão construindo a Usina Hidrelétrica de Belo Monte. Passamos por treinamento na Capital Federal e, posteriormente, nos deslocamos para Altamira/PA. Esta é a maior obra em construção do mundo e a usina será a terceira do mundo, atrás da chinesa Três Gargantas, com 22,5 mil MW, de da binacional Itaipu, com 14 mil MW. A Força Nacional só está na em operação na Hidrelétrica porque houve conflitos e situações que atentaram contra a lei e a ordem”, disse Razera.

O uso das tropas da Força Nacional, segundo Razera, tem o objetivo de garantir a segurança das pessoas (operários, indígenas e ribeirinhos), do patrimônio e a manutenção da ordem pública durante a construção do empreendimento.

“Seguidamente acontecem bloqueios, com a clara intenção de paralisar a obra, por parte dos indígenas, ribeirinhos e operários. Os índios acreditam que a construção da hidrelétrica afetará seu território. Os ribeirinhos por perderem parte das suas propriedades e os operários por estarem insatisfeitos com as atividades no local”, destacou.

Razera afirma que os servidores da Força Nacional estão sempre prontos para qualquer eventualidade e diariamente passam por treinamento de situações de risco que podem enfrentar no canteiro de obras.

Diversas vezes fomos acionados para atuar nas rodovias, pois os índios fecham os acessos e impossibilitam a passagem, a entrada e saída de veículos. Também atuamos no refeitório do acampamento em um protesto de aproximadamente 400 operários, entre outras situações”, disse o policial.

Razera ainda não sabe quando retornará para o policiamento ostensivo na cidade de Serafina Corrêa. O certo é que o policial militar, integrante da Força Nacional, está garantindo, junto com seus colegas de farda, a paz no maior empreendimento em construção do mundo.

Central de Conteúdo Unidade Sarandi

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