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Outubro Rosa: Caminhada pela Vida acontece domingo

por Eduardo Cover Godinho

Atividades acontecerão na praça Vespasiano Corrêa

Kerli Luiza Casagrande, uma das vitoriosas que integra a Liga
Foto: Divulgação

No domingo, dia 29 de outubro, uma tarde de muitas atrações aguarda a comunidade. O encerramento das atividades, a Caminhada pela Vida, é precedida por atividades como o Brigadeiro Rosa e a Pipoca do Bem. Voluntárias do Conselho Coordenador de Entidades Assistenciais preparam muito brigadeiro para ser comercializado. O lucro será todo revertido à Liga. O mesmo acontece com a comercialização de pipocas, pela Redantex. Profissionais da saúde estarão prestando informações, atividades de recreação estão programadas e ao final, a caminhada no entorno da praça, simbolizando a vida, a saúde, a luta para vencer o câncer.

Atividades também acontecem no interior

Na terça feira, dia 24 de outubro, a secretaria municipal da Saúde, Liga Feminina de Combate ao Câncer e Emater reuniram as mulheres da Linha 28 em mais uma ação pelo Outubro Rosa, de prevenção contra o câncer de mama. Através da enfermeira Maria Cristina e psicóloga Ivana Sardinha, muitas foram as dúvidas sanadas, as orientações e o trabalho de motivação pela qualidade de vida das participantes.

Um depoimento emocionante

Entre as ações realizadas pela Liga Feminina de Combate ao Câncer, a divulgação de depoimentos de mulheres guaporenses que enfrentaram o câncer sensibiliza a comunidade e servem como um grande aprendizado sobre a importância da prevenção, do diagnóstico precoce, do otimismo e do apoio frente à doença.

“Eu sempre falo que fui um exemplo do que não se deve fazer, por que não fazia o autoexame. Mas eu sempre fui a ginecologista e foi ali, no consultório, fazendo o exame de toque que ela encontrou um nódulo. Depois a mamografia veio confirmar o diagnóstico de câncer de mama e em menos de 2 meses eu já estava fazendo a retirada total do seio.
O tratamento durou em torno de 1 ano e meio, mas eu continuo tomando o medicamento, por isso, ainda estou nessa luta. Eu me cuido, para ter uma melhor qualidade de vida também.
Eu sempre falo que o câncer no final das contas foi uma benção em alguns aspectos, pois me mostrou como existem pessoas que são humanas e solidárias com quem está precisando.
Eu comecei a participar da Liga Feminina também, foi uma motivação a mais para vencer. Eu nunca quis me entregar, sempre fui muito corajosa e tenho muita vontade de viver e eu percebi isso ainda mais depois do câncer.
É um período de mudanças, transformações.
Quando eu falo sobre o câncer eu também gosto de dizer que é um momento complicado, que a gente se sente mutilada, com baixa autoestima, mas temos que pensar, o que é maior, a retirada do seio ou a vida toda que ainda teremos?!
O câncer não é o final do mundo, as vezes é o recomeço!
É isso que eu levo e quero compartilhar.”

Kerli Luiza Casagrande, 39 anos, luta contra o câncer de mama desde 2014.

Central de Conteúdo Unidade Sarandi

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