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Justiça e Ministério Público Eleitoral avaliam positivamente o 1º Turno

por Eduardo Cover Godinho

Dra. Renata Dumont Peixoto Lima e Dr. Cláudio da Silva Leiria, disseram que tranquilidade do pleito eleitoral na 22ª Zona da Comarca de Guaporé foi além do esperado

Juíza, Dra. Renata Dumont Peixoto Lima (primeira embaixo a direita), comandou mais um pleito eleitoral na Comarca de Guaporé
Foto: Divulgação

De forma ordeira e tranquila, mais de 32,8 mil eleitores dos seis municípios integrantes da 22ª Zona Eleitoral da Comarca de Guaporé - Guaporé, composta pelos municípios de Guaporé, Serafina Corrêa, Dois Lajeados, São Valentim do Sul, Montauri e União da Serra, se dirigiram aos mais de 50 locais de votação (126 urnas eletrônicas distribuídas) para depositar seus votos nos candidatos que concorriam os cargos à deputado federal e estadual, senadores, governador e presidente da República. Estavam aptos a votar na região 37.407 eleitores. A calmaria surpreendeu os responsáveis diretos pela organização e controle do pleito na 22ª Zona da Comarca, a juíza eleitoral, Dr. Renata Dumont Peixoto Lima, o promotor eleitoral Dr. Cláudio da Silva Leiria, e o chefe do Cartório Eleitoral, Silvio Alves da Silva. Poucas foram as situações, em especial com os equipamentos eletrônicos (urnas), que deixaram preocupados o trio, que durante todo o domingo, dia 7 de outubro, esteve presente nos seis municípios sob responsabilidade da Comarca para analisar a situação dos mais de 500 integrantes das mesas receptoras de votos e dos eleitores.

“Felizmente a votação transcorreu normalmente, sem maiores intercorrências. Em algumas seções houve uma certa demora para os eleitores votarem mas, todos tiveram paciência e souberam aguardar a sua vez. Não constatamos nenhuma ocorrência que tenha gerado transtorno maior. Verificamos, nos colégios eleitorais, que os eleitores estavam preocupados em exercer a cidadania e assegurar o voto no período da manhã, o que gerou filas um pouco longas. Mas nada que prejudicasse o bom andamento do pleito eleitoral na 22ª Zona da Comarca de Guaporé”, disse a Dra. Renata.

Conforme a juíza eleitoral, o que mais chamou atenção foi a forma ordeira como se comportaram os correligionários e apoiadores dos candidatos que estavam concorrendo aos cargos ofertados nas eleições 2018. Quase ninguém foi visto circulando com camisetas, bandeiras, adesivos e veículos durante o horário de votação e nenhuma discussão ou xingamento próximos aos locais de votação, como ocorreu em diversas postagens na rede social (Facebook) e no aplicativo de mensagens instantâneas de texto (WhatsApp), foi registrado.

“Não tivemos nenhuma ocorrência registrada oficialmente. Algumas denúncias foram verificadas pela Brigada Militar e Ministério Público Eleitoral, mas não se confirmaram. O que percebemos, circulando nas vias urbanas dos seis municípios que integram a 22ª Zona Eleitoral da Comarca de Guaporé, é que o pleito transcorreu normalmente, sem atitude que pudesse configurar crime eleitoral (boca de urnas, cooptação de votos, entre outros). Nos mostrou que a rivalidade sadia que existe, ficou limitada as redes sociais”, afirmou.

O promotor eleitoral, Dr. Leiria, destacou que cada vez mais o rigor nas leis eleitorais e na fiscalização tem inibido os “apaixonados” pela política, fazendo com que todos tenham tranquilidade para exercer o direito ao voto na maior “festa da democracia” no país.

“Tivemos duas denúncias de boca de urna em Guaporé, mas não se confirmaram. Nos demais municípios da Comarca não houve nem relatos de prováveis crimes eleitorais que pudessem estar sendo cometidos. A eleição, podemos afirmar, transcorreu dentro da normalidade”, disse.

Com menos recursos, os partidos políticos e seus diretórios espalhados pelos municípios da Comarca de Guaporé fizeram uma campanha com pouco material publicitário.

“Percebemos poucas propagandas foram espalhadas pelas vias urbanas. Em geral, nas eleições, os partidários fazem chamado ‘voo da madrugada’, que é espalhar os santinhos próximos as seções eleitorais e nem isso verificamos nos seis municípios. Os eleitores atenderam aos pedidos da Justiça Eleitoral e Ministério Público Eleitoral que fizeram um trabalho de intenso de conscientização, esclarecendo as condutas possíveis durante o pleito”.

O Dr. Leiria salientou que a política mexe muito com as emoções e os ânimos das pessoas. Porém, nesta eleição, percebemos que o enfrentamento ficou restrito às redes sociais.

“Felizmente a batalha ficou só no virtual. O brasileiro, em geral, é um povo pacato e ordeiro. Acompanhamos as redes sociais e há muitas brigas. As defesas dos candidatos são apaixonadas. Há muitas Fake News (notícias falsas) circulando e os brasileiros ainda é muito crédulo naquilo que recebe nas redes sociais. Ainda falta para nós um pouco de educação digital, de checar a confiabilidade das fontes. Precisamos ser mais rigorosos e ter melhores filtros para tudo o que recebemos pelas redes sociais”, salientou.

Central de Conteúdo Unidade Sarandi

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