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Secretário de Obras Urbanas fala sobre novas propostas para sepultamentos no Cemitério Municipal de Sarandi – Rádio Sarandi

por Jefferson De Ramos
Devido à redução da disponibilidade de espaços e a impossibilidade de ampliação do Cemitério Municipal, uma proposta de mudança esta sendo preparada pela Administração Municipal.
Foto: Edinei Bernardelli

Em entrevista na manhã desta terça-feira, 30 de março, Carlos Eduardo Portes da Silva, Secretário de Obras Urbanas de Sarandi, abordou as propostas de mudanças no sistema de sepultamento do cemitério Municipal de Sarandi.

Devido a redução da disponibilidade de espaços e a impossibilidade de ampliação do local, uma proposta de mudança, que inclui a construção de um Ossário Municipal e a reformulação do acesso ao uso dos lóculos, popularmente chamados de “gavetas” é estudada pelo Poder Público. “A questão dos lóculos que ainda não tem uso, que são 108, nós gostaríamos de ter caráter não perpétuo, que seria na verdade uma transição para um ossário municipal, que ainda não foi construído. Vai ser um ossário diferente do que existe hoje. O ossário será no estilo dos lóculos, porém com gavetas menores para servir simples à ossada, será identificado. É como se fosse uma gaveta.” Explica ele.

Carlos ainda afirma que em paralelo às propostas de modificações, pretende realizar um recadastramento de proprietários de terrenos. “Com este recadastramento e com a identificação, ou não, dos proprietários de sepulturas que estão abandonadas ou irregulares, estas ossadas também iriam para o ossário municipal, vagando assim mais terrenos”. Diz ele.

O secretario tranquiliza a população e afirma que as mudanças serão feitas com respeito e calma. “Como vai funcionar o cadastramento, ainda estamos pensando, quem sabe no próximo dia de finados, já que é o dia que muitas pessoas vão ao cemitério a gente irá divulgar alguma coisa neste sentido, pra tranquilizar as pessoas. Nós não iremos desenterrar ninguém sem autorização e sem ter amparo legal. É um assunto delicado. As coisas não serão feitas de qualquer maneira.” Avalia ele.

Segundo a nova proposta, referente ao uso das citadas 108 gavetas; após o período de decomposição, o corpo seria sepultado no ossário municipal. Porém, Carlos explica que assim que pontuais problemas forem resolvidos, as gavetas já poderão ser usadas, antes mesmo da construção do ossário municipal.  “Se o sistema de ar estiver funcionando de acordo, a decomposição do corpo reduz de 5 para 3 anos. Não quero esperar 3 anos para construir o ossário. Assim que resolvermos os problemas das mangueiras de ar, elas (gavetas) podem ser utilizadas.” Explica ele.

O Secretário, com o projeto do novo ossário em suas mãos, explica que a obra segue padrões parecidos com os dos lóculos (gavetas) mas com tamanho menor, que proporciona um melhor aproveitamento de espaço, mantendo estética e identificação individual. Ele avalia que a ideia deve ser assimilada pela população “Com o tempo as pessoas vão mudando essa cultura de gavetas, e acho que vão gostar da ideia do ossário.” Diz ele.

Central de Conteúdo Unidade Sarandi

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