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Ex-prefeito Cardozo fala sobre a obra da passarela sobre a ERS 404 em Sarandi – Rádio Sarandi

por Jefferson De Ramos

Para Cardozo, a obra foi iniciada com amparo na legal, mesmo sem a devida autorização do DAER. Já o valor final da obra, segundo ele, pode ter sofrido ajuste devido a alta do mercado.

Foto: Alex Maciel/Rádio Sarandi

Na manhã desta sexta-feira, 07 de maio, Leonir Cardozo; ex-prefeito de Sarandi, foi o entrevistado do programa “Conexão Sarandi”. O assunto foi a obra de construção da passarela sobre a ERS 404, localizada no acesso ao Bairro Santa Catarina em Sarandi. A obra, iniciada em outubro de 2020, durante a sua administração, está paralisada desde o início de janeiro de 2021 e gerou debate nesta semana, após a divulgação, por parte da Prefeitura de Sarandi, dos valores atualizados da obra, orçada inicialmente em R$ 737.705,28, e que segundo a atual administração, pode chegar a R$ 1.285.945,28.

Um dos pontos debatidos foi o fato de a obra ter sido iniciada sem a autorização devida do DAER, o que gerou a sua paralisação. Segundo Cardozo, a decisão de iniciá-la sem a devida autorização, foi tomada pelo corpo técnico da Prefeitura de Sarandi e estaria seguindo a legislação. Ele afirma que pensou na segurança de todos que transitam pela área para iniciar a obra, mesmo sem a autorização do Departamento. “A passarela foi autorizada pelos técnicos. O município de Sarandi seguiu, através de seu corpo de engenheiros, exatamente aquilo que prevê a legislação.” Afirma.

Sobre os valores da obra, Cardozo avalia que o aumento citado, através de nota da atual administração, pode ser consequência do aumento de material, não havendo ligação com a administração. “De fato houve este aditivo. Porém, se há necessidade, em função do reequilíbrio de preço, que é o que quis dizer o atual gestor, se há necessidade de fazer um novo ajuste em função da alta do aço, aí é uma questão que cabe a atual administração fazer a avaliação para perceber, comprovar se de fato o que está sendo solicitado pelo vencedor do certame licitatório está consciente com a realidade.”  Diz ele.

Já sobre o empenho da obra, Cardozo pontua que o trâmite de extornar os empenhos ao final de cada gestão é  normal. “O nosso setor técnico da Prefeitura tem o cuidado de quando finda o exercício, de extornar os empenhos do que não foi executado. Então, em relação a essa questão técnica; se tinha ou não tinha empenho; é só o atual governo encaminhar projeto de lei para a Câmara pedindo suplementação e retirar de uma rubrica para outra.” Explica ele.

 

Central de Conteúdo Unidade Sarandi

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