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Coaching prepara lideres para o mercado

por Andreize Riboldi

Entenda o que o líder na contemporaneidade enfrenta hoje.

Foto: Divulgação

     Há algum tempo, quando tinha que se definir a liderança de uma equipe, se pensava na pessoa que mais tivesse experiência na atividade ou então que fosse a com mais tempo de casa. A gestão de pessoas na maioria das vezes era deixada de lado. Porque afinal “produzir” era o mais importante, porém percebeu-se que por mais mecanizado que fossem os processos, não se conseguiria extinguir pessoas e que era a partir delas que a produção acontecia.  

 

Segundo a profissional coaching Francielle De Cezaro hoje nós sabemos que não nascemos líderes, todos temos a possibilidade de nos tornamos líderes, basta estar disposto, e ser líder passa principalmente pela questão de saber influenciar e levar as pessoas a darem o melhor de si. Mas ainda está muito arraigado na nossa cultura que o Líder deve ser escolhido por habilidade técnicas e por tempo de casa. Porém, hoje não há como deixar de lado a visão de que o líder precisa saber lidar com pessoas, não tem como existir um líder que não saiba se relacionar ou não  saiba estimular uma equipe por exemplo. Pode ter outras nomenclaturas, Chefe, ou enfim, mas um Líder não é. Um líder atual, deve estar atendo e possuir habilidade de administrar diversos desafios, quando falamos em pessoas.

 

 Numa equipe de trabalho encontramos pessoas de diferentes níveis culturais, alguns ainda imbuídos de que “Trabalho é sofrimento”, “que trabalho é exploração”, outras dispostas a se desenvolver, buscando ambiente de trabalho propício. De gerações distintas, hoje a geração de baby boomers (quem nasceu de 46 a 64) está retornando ao mercado, muitos nem saíram, e convivendo com  geração Z (os que nasceram em 1990) há um conflito de perfis, tem o mais impetuoso, o mais quieto, o mais criativo, o mais introspectivo, se percebe que todos são importantes, que a “divergência” é salutar, a tecnologia por sua vez, que na maioria das vezes está a favor do conhecimento e logo traz colaboradores mais informados e que assim possuem um maior poder de questionamento, e que bom isso faz com que as pessoas tenham “mais voz” na organização, mas são todas questões  precisam ser administradas por um líder.

 

 Dentro de um cenário, aonde se precisa administrar diferentes culturas, diferentes perfis, diferentes gerações e ainda em um momento aonde se busca valorizar cada vez mais as necessidades individuais, tem-se falado muito em horários flexíveis, principalmente em áreas que demandam criação, porém  somos cobertos por uma CLT rígida, que não atende a evolução e a compreensão de uma nova forma de trabalho dos indivíduos hoje. Percebo que o líder contemporâneo precisa estar cada vez mais equilibrado, estar informado, qualificado e preparado tecnicamente, mas principalmente preparar-se para liderar pessoas, afinal são elas que transformam produtos, serviços em resultados.

 

 Hoje já falamos em uma liderança horizontalizada, não hierarquizada, que possibilite à equipe participar, esta é uma das formas que os líderes conseguem extrair o melhor de cada um, mostrando a importância que possuem. As pessoas, além da remuneração, buscam se sentir valorizadas, importantes e escutadas dentro das organizações. Só assim conseguiremos que entreguem o máximo de seu potencial.

 

Central de Conteúdo Unidade Sarandi

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