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Violência contra a mulher: Coordenadora da Patrulha Maria da Penha no Estado explica o que é medida protetiva – Rádio Sarandi

Baixar Áudio por José Leal de Oliveira

Dia 25 de novembro é o Dia Internacional da Não Violência contra a mulher. Com o intuito de ampliar o diálogo sobre o tema, a Rádio Sarandi realiza uma série de entrevistas. Serão entrevistadas a Juíza Andréia dos Santos Rossatto e a Chefe da Policia Civil do Estado, Delegada Nadine Anflor e a Major Karine Pires Soares Brum, Coordenadora da Patrulha Maria da Penha da Brigada Militar no Rio Grande do Sul.

A primeira entrevista é com a Major Karine Pires Soares Brum, Coordenadora da Patrulha Maria da Penha da Brigada Militar no Rio Grande do Sul. Ela explica que o objetivo do órgão é acompanhar as vítimas de violência doméstica ou familiar que registraram ocorrência e solicitam pedidos de proteção contra o agressor. Ela a acrescenta que a patrulha observa se as medidas estão sendo cumpridas; e em caso de alterações, o Poder Judiciário é comunicado.
Indagada sobre os índices de decretação de medidas protetivas e o cumprimento das mesmas, a Major explica que depende de cada localidade, nos casos mais graves, como risco de vida à vítima; o Judiciário solicita a ação da Patrulha Maria da Penha. Quanto aos números, disse a major, são dados do Poder Judiciário.

Atualmente 114 municípios no Estado possuem a Patrulha Maria da Penha. Para a sua instalação é necessária uma rede completa de assistência local como atendimento psicológico e psicossocial, assistência social e recolhimento de alimentos para as mulheres vítimas de violência. 

Para solicitar medida protetiva a mulher deve preencher um formulário com 27, que posteriormente é analisado pelo Poder Judiciário. Ouça a entrevista clicando em "Ouvir a Notícia".

Central de Conteúdo Unidade Sarandi

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