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Mulheres rurais são destaque em projeto de leite no município de Rondinha – Radio Sarandi

por José Leal de Oliveira
Foto: Fabiana Assis/G1

“ Mulheres do Saber, do Ser e do Leite”, este é o projeto inédito iniciado no município de Rondinha com o objetivo de contribuir para o fortalecimento da autonomia e empoderamento das mulheres nas atividades produtivas do meio rural, em especial na bovinocultura de leite, estimulando a valoração do trabalho, acesso a políticas públicas e novas tecnologias para qualificação e ergonomia no trabalho, visando a melhoria do bem-estar e qualidade de vida no campo.

 O projeto, iniciativa da Emater/RS-Ascar, vinculada à Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), foi elaborado pelas extensionistas rurais de Rondinha e contará com o apoio da Prefeitura, Secretarias Municipais da Agricultura, Obras, Assistência Social, Educação, Inspetoria Veterinária e Sindicato dos Trabalhadores Rurais. Este primeiro projeto será desenvolvido com agricultoras moradoras das comunidades da Linha Lajeado Seco Caravágio, Lajeado Seco Santa Lúcia, Linha Cachoeira Branca, Araçá São Brás e Linha Visconde. Ao todo, 21 agricultoras do município participarão dessa primeira ação.

 No que se refere à participação das mulheres na atividade leiteira,  estudo evidenciou que 99% delas participam ativamente do processo produtivo, na tarefa da ordenha de forma exclusiva, e 90% das mulheres desempenham as tarefas relacionadas à higienização das instalações e equipamentos. As atividades relacionadas ao manejo do solo, aquisição de insumos, plantio das culturas anuais, piqueteamento, contratação de profissionais técnicos, gerenciamento da propriedade com acesso às políticas públicas, em especial aos créditos rurais, comercialização da produção de leite, entre outras, são atribuídas 100% aos homens. A pesquisa também mostrou que, além das tarefas realizadas pelas mulheres na atividade leiteira, a jornada de trabalho se prolonga durante todo o dia com os afazeres domésticos, cuidado da casa e da alimentação. Uma carga horária média de 15 horas diárias.

 Dando início ao projeto, na quinta-feira (19/08), foi realizado o primeiro Dia de Campo com o grupo de agricultoras participantes da ação. O foco da atividade foi o manejo forrageiro e a gestão ambiental.

Fonte: Divulgação Emater

 

Central de Conteúdo Unidade Sarandi

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