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Emater/RS-Ascar avalia perdas causadas pelo granizo nas frutíferas em colheita na Serra

por Valesca Heloisa Andreolli

O caquizeiro foi a cultura mais afetada. Com cerca de 70% da produção ainda a ser colhida, o granizo atingiu uma área de 225 hectares da planta, ocasionando perdas de 2.145 toneladas, o que representa quase 25% da produção que ainda resta colher

O caquizeiro foi a cultura mais afetada. Com cerca de 70% da produção ainda a ser colhida, o granizo atingiu uma área de 225 hectares da planta, ocasionando perdas de 2.145 toneladas, o que representa quase 25% da produção que ainda resta colher
Foto: Fonte: Emater/RS-Ascar

A Emater/RS-Ascar realizou um levantamento dos danos ocasionados à fruticultura e olericultura na região da Serra pelo granizo ocorrido no sábado dia 13 de abril que atingiu os municípios de Bento Gonçalves, Farroupilha, Garibaldi e Caxias do Sul. O caquizeiro foi a cultura mais afetada. Com cerca de 70% da produção ainda a ser colhida, o granizo atingiu uma área de 225 hectares da planta, ocasionando perdas de 2.145 toneladas, o que representa quase 25% da produção que ainda resta colher.

Em menor escala, o granizo atingiu ainda cinco hectares de kiwi e 45 de maçã, danificando 65 toneladas de kiwi e 625 toneladas de maçã. Houve prejuízos também à plasticultura, ou seja, nem a estrutura de cobertura plástica utilizada em frutíferas e olerícolas para protegê-las das intempéries resistiu às pedras de gelo. Estima-se que 35 hectares tenham sido atingidos, o que, pelo custo elevado da tecnologia, que não tem seguro, apresenta prejuízos elevados, de quase R$ 2 milhões. O montante total de perdas, somando plasticultura e frutíferas, chega a mais de R$ 6,6 milhões.

O engenheiro agrônomo da Emater/RS-Ascar, Enio Ângelo Todeschini salienta que o granizo ocorreu fora do período tradicional, que é a primavera, sendo que as perdas na produção só não foram mais intensas pelo fato de as principais espécies cultivadas na região atingida ou ainda não estarem implantadas, como é o caso da cebola e do alho, ou já terem sido na maioria colhidas. Ainda estão em colheita, nesta época, apenas caqui, quivi, maçã Fuji e tomate.

Todeschini também aponta como danos indiretos causados às culturas a perda da massa foliar das frutíferas justamente no período de acúmulo de nutrientes para suportar os rigores do inverno e possibilitar o início de brotação e florescimento após essa estação; além de lesões nos ramos, predispondo à incidência de doenças e com perda de gemas para a safra futura; e os estragos em estradas vicinais e internas das propriedades.

Fonte: Emater/RS-Ascar

Assessoria de Imprensa Emater/RS-Ascar - Regional de Caxias do Sul

Central de Conteúdo Unidade Rosário

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