Você está ouvindo
Tua Rádio
Ao Vivo
18:00:00
Encontro Certo
19:00:00
 
 

Caso Felipe Mói: “A Polícia Civil fará de tudo para não deixar passar impune um fato desta natureza”, destacou o delegado Albuquerque

por Eduardo Cover Godinho

Latrocínio, registrado na segunda-feira, dia 28, na zona rural de Guaporé, entristeceu comunidade. Criminosos foram brutais ao atirar em rapaz, de 30 anos, com deficiência intelectual

Casa onde brutalidade aconteceu fica às margens da ERS-129, proximidades do salão comunitário da Comunidade São Pedro
Foto: Eduardo Cover Godinho

Há seis anos as forças da segurança pública de Guaporé não registravam um latrocínio – roubo seguido de morte. Infelizmente, na noite da segunda-feira, dia 28 de dezembro, por volta das 10h, um rapaz, de 30 anos, com deficiência intelectual, foi vítima da barbárie de três criminosos que, para subtrair do imóvel da Linha Segunda/Comunidade São Pedro, zona rural da cidade, uma caminhonete Mitsubishi L/200, aparelhos de telefone celular e outros equipamentos eletrônicos, efetuaram três disparos de arma de fogo em sua direção. Os tiros, provavelmente de rifle .22, atingiram o peito de Felipe Mói que, mesmo socorrido na unidade hospitalar, não resistiu.

A crueldade dos criminosos entristeceu a comunidade e mobilizou aos policiais do 4º Pelotão da Brigada Militar (BM) e da Delegacia de Polícia Civil (PC), de Guaporé. A quadrilha, acredita-se que mais um deles participou do assalto à mão armada permanecendo em um automóvel para agilizar a fuga, começa a ser descoberta. Três jovens, um deles menor de idade, foram presos com o veículo roubado da família e um outro carro, em situação de furto/roubo, na rodovia ERS-324, em Marau.

O delegado Tiago Lopes de Albuquerque, responsável pela Delegacia de Polícia Civil (DP), de Guaporé, afirmou que as investigações estão adiantadas e uma resposta será prestada à família e à comunidade.

“Crime bárbaro, de extrema gravidade e terá prioridade para o seu esclarecimento. A Polícia Civil fará de tudo para não deixar passar impune um fato desta natureza. Não registrávamos crime de latrocínio há muito tempo em Guaporé e, ao término de um ano extremamente difícil para toda a sociedade, nos deparamos com essa triste situação”.

As dificuldades na investigação, conforme o delegado Albuquerque, estão na localização do imóvel (área rural), na falta, por vezes, de imagens de sistemas de videomonitoramento (câmeras de segurança na residência ou nos arredores), entre outras. Porém, linhas e métodos investigativos, por parte dos agentes, estão sendo seguidas.

“Estamos levantando informações e buscando elementos que possam apontar a autoria do crime. Há condições de afirmar, com a prisão de três suspeitos em Marau, que a ação foi planejada por uma quadrilha de Guaporé e região. Eles estavam com o veículo roubado da família e um outro, também em situação de furto/roubo”, disse Albuquerque que, ao lado dos agentes do Setor de Investigação, trabalha incansavelmente para dar uma resposta positiva à família com a prisão dos criminosos.

O delegado conta com apoio da comunidade que, com denúncias aos telefones 197, 3443.1123 ou com mensagens instantâneas no WhatsApp (54) 9.8409.8348, podem contribuir com a elucidação do crime que vitimou Felipe Mói.

“Nos solidarizamos com a dor da família e, como salientei, faremos de tudo que estiver ao nosso alcance para que o crime não passe impune”.

Central de Conteúdo Unidade Aurora

Enviar Correção

Comentários