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Buracos causam transtornos e perigos aos usuários da rodovia ERS-129

por Eduardo Cover Godinho

Trecho entre Guaporé e Casca apresenta muitos buracos e desníveis no pavimento asfáltico. Usuários reclamam do descaso com a rodovia

A rodovia ERS-129, trecho entre os municípios de Guaporé e Casca, sofre com a falta de manutenção no pavimento asfáltico. Em partes da via, com trafegabilidade de veículos leves e pesados crescente a cada ano, as rachaduras são visíveis e buracos, alguns com espessura de quase um metro e profundidade com cerca de 30 centímetros, preocupam os condutores.

Ao longo da rodovia, trecho de fluxo não pedagiado e sob responsabilidade do Governo Estadual - 6ª Superintendência Regional do Departamento Autônomo de Estradas e Rodagens (DAER) – Passo Fundo, é fácil encontrar motoristas parados no acostamento trocando pneus ou buscando ajuda para encontrar um borracheiro. Os pontos mais perigosos, onde os buracos estão provocando um maior número de prejuízos, estão localizados entre Guaporé e Serafina, em especial na Linha Sétima Brasil, na famosa Reta do Betanin, na subida do Morro da Nona (em pelo menos cinco pontos distintos) e na descida da Décima (próximo a uma empresa de reciclagem e da zona urbana de Serafina Corrêa).

Todos os dias condutores são flagrados por outros motoristas parados na reta do Betanin e descida da linha Décima com pneus furados e rodas entortadas. Por vezes, há necessidade do deslocamento do guincho para a remoção do veículo, visto os estragos causados na suspensão. Em dias de chuva, a situação, segundo os usuários da rodovia, piora. Os buracos são “maquiados” e fica difícil visualizá-los.

Quem utiliza o trecho diariamente ou com certa frequência reclama do descaso do Governo Estadual. Há tempos não é realizada uma manutenção adequada no pavimento. Melhorias paliativas, como as chamadas operações ‘tapa buracos’, cessam temporariamente as preocupações, porém, não satisfazem quem trafega pela ERS-129.

“Rodovia totalmente abandonada e olha que não é por falta de dinheiro, pois os impostos têm que ser pagos sempre em dia”, disparou Moisés Zarpellon em um comentário na rede social Facebook.

A esposa de Zarpellon, Fernanda Thomazoni Zarpellon, que há 11 anos se desloca de Serafina Corrêa a Guaporé para dar aulas, afirma que o trajeto encontra-se sem condições seguras de trafegabilidade.

“É inadmissível que os motoristas enfrentem uma situação dessas em trecho de 20 quilômetros. Há muitos buracos e desníveis ao longo da pista. É um risco muito grande para quem trafega. Não me preocupo somente com os prejuízos financeiros causados nos veículos, mas sim, com a possibilidade de que acidentes aconteçam. Pedimos para que as autoridades olhem com carinho a ERS-129, o quanto antes”.

Paulo Chagas, morador da Vila Verde em Guaporé, é outro usuário que trafega semanalmente pelo trecho. Ele lamenta a situação que o trecho encontra-se.

“Os responsáveis têm que tomar providências urgentes. É insuportável transitar na ERS-129. Com tudo o que pagamos de impostos é triste termos uma rodovia nessas condições”, disse.

Buscando soluções

Autoridades dos Poderes Executivo e Legislativo dos municípios de Guaporé e Serafina Corrêa encaminharam diversos ofícios ao Governo Estadual para que seja realizado um trabalho de manutenção asfáltica na ERS-129, em especial no trecho de 40 quilômetros entre Guaporé e Casca. Todos, com destaque para os usuários da rodovia, aguardam com ansiedade atividades completas no pavimento e não apenas “operações tapa-buracos”.

 

Central de Conteúdo Unidade Aurora

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