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Brigada Militar leva conscientização às escolas de Guaporé e Vista Alegre do Prata através da Lei Maria da Penha

por Eduardo Cover Godinho

Soldado Medeiros afirmou que é no ambiente escolar, através do repasse de informação às crianças e adolescentes, que discussão sobre a temática realmente fará a diferença

Conscientizar aos adolescentes e jovens sobre a Lei federal nº 11.340 (a Lei Maria da Penha) e a Lei federal nº 13.104 (Lei do Feminicídio) para que, no futuro, a prática de violência contra a mulher não continue causando traumas, ceifando vidas e entristecendo famílias. Este é um dos objetivos que levou o policial do 4º Pelotão da Brigada Militar (BM), de Guaporé, soldado Medeiros, a palestrar para três turmas da Escola Estadual de Ensino Médio Frei Caneca (Guaporé) e mais duas no Colégio Estadual Monsenhor Peres (Vista Alegre do Prata). A atividade, que envolveu cerca de 200 estudantes, aconteceu nos dias 23 e 24 de novembro, fazendo parte da “1ª Semana Maria da Penha nas Escolas”.

Medeiros, que é formado em Processos Gerenciais e está cursando Gestão em Segurança Pública, contou a história de luta de Maria da Penha Maia Fernandes que deu a denominação para a “Lei Maria da Penha”, destacando aos adolescentes cada ponto da legislação vigente.

“O foco das palestras é a conscientização sobre a importância do respeito aos direitos humanos, prevenindo e evitando as práticas de violência contra a mulher. Temos que desconstruir a cultura de violência e criar a cultura da prevenção e não violência. A Lei Maria da Penha não é apenas um dispositivo de criminalização, mas de prevenção e proteção, de forma lúdica e adequada a cada faixa etária. Repassando as informações dentro das salas de aula temos um ambiente ideal para essa construção”, disse o policial militar.

Segundo o soldado, as atividades buscam esclarecer sobre a necessidade da efetivação de registros de denúncias dos casos de violência contra a mulher nos órgãos competentes, onde quer que ela ocorra, e auxiliar na capacitação dos educadores para o desenvolvimento de atividades ligadas à temática no âmbito escolar.

“As mulheres não podem, de forma alguma, permanecerem em silêncio quando forem ‘agredidas’ pelos homens. Não falo só na questão física, mas, principalmente psicológica. Na maioria dos casos, elas se calam e, por diversas vezes, as consequências são graves e irreversíveis. Nas famílias onde há crianças, a violência doméstica poderá refletir no futuro”, disse.

Para Medeiros, é levando conhecimento e informações ao ambiente escolar que essa discussão realmente fará a diferença para um futuro de paz, tolerância e amor.

Central de Conteúdo Unidade Aurora

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