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Homem é morto com disparos de fuzis na Comunidade Vila Verde em Guaporé

por Eduardo Cover Godinho

Bernardo de Oliveira Pilar, 42 anos, foi alvejado com disparos de fuzil calibres 556 e 223. Peritos do IGP localizaram 17 estojos

Foto: Divulgação

79 dias depois do início de 2022, os órgãos de segurança pública registraram o primeiro homicídio em Guaporé. Por volta das 2h35min da segunda-feira, dia 21 de março, um homem, de 42 anos, residente na Comunidade Vila Verde, bairro São Cristóvão, foi morto dentro de sua residência com disparos de arma de fogo de grosso calibre. O crime, que pode ter ligação com o tráfico de entorpecentes ou a disputa entre associações criminosas pelo território, chocou os moradores das proximidades pela brutalidade. Bernardo de Oliveira Pilar, morador da rua Aldo Bortoncello, foi alvejado com disparos de fuzis calibres 556 e 223. 17 estojos foram localizados pelos peritos do Departamento de Criminalística/Instituto Geral de Perícias (IGP) de Caxias do Sul.

Acionados na Central de Operações (Telefone 190), policiais do 4º Pelotão da Brigada Militar (BM), comandado pelo tenente Júlio César de Oliveira Greff, foram informados que criminosos haviam executado um homem. A guarnição, ao chegar no imóvel indicado, constatou a veracidade encontrando o corpo, sem vida, no quarto do casal ao lado da cama. Bernardo dormia junto da companheira quando, dois criminosos encapuzados e portando armas longas, arrombaram a porta da residência. A dupla informava ser da polícia.

A vítima levantou-se da cama e ficou com as mãos para o alto, de costas para os bandidos. Um dos criminosos retirou a companheira e aa enteada, de 14 anos, para fora do imóvel antes dos disparos serem efetuados. Bernardo, conforme os policiais, apresentava múltiplos ferimentos pelo corpo. Diversas cápsulas espalhadas pelo chão foram encontradas e recolhidas. Após a execução, a dupla deixou a residência e embarcou em um automóvel (marca e modelo não identificados), fugindo em sentido ignorado. Bernardo possuía antecedentes por tráfico de drogas, ameaças, entre outros.

Agentes da Delegacia de Polícia Civil (DP), de Guaporé, coordenados pelo delegado Tiago Lopes de Albuquerque, foram comunicados e, no local, deram início ao trabalho de investigação. Provas e depoimentos de testemunhas, em especial dos familiares, foram “colhidos”. As atividades para identificação dos criminosos e a motivação para o crime estão em andamento. Um Inquérito Policial (IP) foi aberto.

Central de Conteúdo Unidade Aurora

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