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Mulher perde R$ 18 mil no golpe do bilhete premiado em Guaporé

por André Fabio Bresolin

Fato começou na rua Dr. Júlio Campos, proximidades do Colégio Scalabrini

Mulher não identificada foi lesada em R$ 18 mil
Foto: Ilustração

A ganância mais uma vez “falou alto” e uma mulher, não identificada pelas forças policiais, foi lesada em R$ 18 mil no popular “Golpe do Bilhete Premiado”. A ocorrência, registrada na Delegacia de Polícia (DP), de Guaporé, expõe a expertise dos estelionatários, e a ilusão que muitas pessoas têm em obter “dinheiro fácil” e a fragilidade que ainda há nas instituições financeiras em alertar os correntistas sobre possíveis ações de golpistas.

O fato em Guaporé começou na rua Dr. Júlio Campos, proximidades do Colégio Scalabrini. Uma mulher dirigia-se para casa quando, um homem – baixo, forte, moreno claro e grisalho, aparentando ter 50 anos, solicitou informações pois queria comprar uma motosserra. A vítima disse não saber onde havia um estabelecimento comercial que comercializasse o equipamento agrícola. Nesse meio tempo, chegou o outro estelionatário – estatura média, forte, bem vestido, pele branca, cabelo curto/preto e aparentando ter cerca de 40 anos, se prontificando a colaborar.

O homem que estava em busca da aquisição de uma motosserra possuía consigo um bilhete de loteria na mão. Ele disse à mulher e ao “outro homem” que trocaria pelo equipamento e mais R$ 6 mil. O comparsa pediu para conferir o bilhete e, após uma ligação simulada, afirmou que o mesmo estava premiado em R$ 1 milhão. Sabendo que o bilhete “era quente”, o futuro ganhador disse que precisar urgentemente de dinheiro e pediu se ambos tinham algum valor. Eles disseram que sim, sendo que a mulher salientou que o dinheiro estava depositado na Caixa Econômica Federal. O outro rapaz, dizendo que possuía R$ 50 mil, se deslocou até “um prédio” e retornou “entregando a quantia” ao dono do bilhete premiado.

Não “contente com os R$ 50 mil”, o homem pediu mais e o trio, em um automóvel preto, se deslocou até as proximidades da residência da vítima para que ela pudesse pegar a senha. De posse do cartão e do “passaporte” para o saque, o “comparsa”, após pararem o veículo em frente a Igreja Matriz, foi até a Caixa e sacou, segundo ele no terminal (caixa eletrônico), o valor de R$ 3 mil. Pediram então para que a titular da conta efetuasse mais uma retirada, dentro da agência, de R$ 5 mil. Não satisfeitos, os dois, já com a vítima iludida com parte do ganho de R$ 1 milhão do bilhete premiado, se deslocaram para os municípios de Serafina Corrêa e Casca onde a mulher, de forma inocente e sem indagação de nenhum funcionário da Caixa, sacou mais R$ 10 mil, sendo R$ 5 mil em cada agência. 

O trio retornou para Guaporé e os estelionatário disseram para a mulher entrar na Caixa, pegar uma senha e aguardar o atendimento. Após, sem deixar rastros, a dupla sumiu com o dinheiro e a satisfação de ter lesado mais uma pessoa. O setor de Investigação da Delegacia de Polícia (D) investiga o caso e busca mais elementos, inclusive com imagens de câmeras de videomonitoramento de estabelecimentos comerciais, para tentar identificar a dupla.

Central de Conteúdo/Rádio Aurora 107.1 FM
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