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Caso Mói Em operação exitosa, Polícia Civil efetua seis prisões em Guaporé e Itapuca

por Diogo Lazzarotto

Caso Mói Em operação exitosa, Polícia Civil efetua seis prisões em Guaporé e Itapuca

Caso Mói

Em operação exitosa, Polícia Civil efetua seis prisões em Guaporé e Itapuca

Ação, denominada Inocente, identificou todos os envolvidos no latrocínio que vitimou Felipe Mói, 30 anos

Agentes da Delegacia de Polícia Civil (DP), de Guaporé, coordenados pelo delegado Tiago Lopes de Albuquerque, efetuaram na manhã da quarta-feira, dia 10 de fevereiro, uma operação que resultou na prisão de cinco criminosos envolvidos diretamente no latrocínio que vitimou Felipe Mói, de 30 anos, e mais um homem em flagrante pela posse de duas armas de fogo, sem registros. O crime, que chocou a comunidade guaporense e regional, aconteceu no mês de dezembro de 2020 (dia 28) na residência da família, localizada na Linha Segunda/Comunidade São Pedro.

A ação, denominada Inocente, contou com a participação de policiais das DPs de Casca, Marau, Serafina Corrêa e da 24° Regional de Soledade (24° DPRI). Cerca de 25 agentes, em cinco viaturas, cumpriram sete mandados de busca e apreensão (MBA) e cinco de prisão preventiva nos bairros Planalto (Capela Nossa Senhora Aparecida), Vila Verde 2, Centro, Linha Segunda/Comunidade São Pedro, em Guaporé, na Linha Nona, zona rural de Itapuca e na Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas (PASC).

Durante as investigações, os agentes montaram as peças do quebra-cabeça, identificando o comportamento de cada um dos envolvidos no latrocínio.

Identificaram o mandante do crime, os executores (os três que estiveram na residência) e aqueles que deram o suporte para que a ação fosse realizada, como por exemplo, na entrega das armas, transporte e cedência de imóvel para esconder a caminhonete Mitsubishi L200, aparelhos eletrônicos, celulares, notebook e cartão de crédito, roubados da família.

“Ao longo da investigação conseguimos esclarecer a participação e a conduta de cada um dos envolvidos neste crime bárbaro, que objetivava o patrimônio das vítimas e que, no transcorrer da ação, infelizmente tirou a vida de um inocente. Diante do trabalho incansável da equipe, que demandou dedicação devido à extrema gravidade do fato, cumprimos os mandados e logramos êxito na prisão dos criminosos”, disse o delegado Albuquerque.

O veículo foi recuperado na rodovia ERS-324, em Marau, pela Brigada Militar (BM). Na oportunidade, dois jovens de 19 anos (ele) e 25 anos (ela) foram presos e um adolescente, de 15 anos, foi detido. Eles estavam com a caminhonete da família Mói e um Ford Fiesta, cor vermelha, roubado em Porto Alegre. O adolescente, que encontra-se recolhido no Centro de Atendimento Socioeducativo (CASE), é apontado na investigação como o autor dos disparos.

“As prisões forneceram elementos importantes para que pudéssemos prosseguir com as investigações. Foram efetuadas diversas diligências e, diante de todo o material colhido e depoimento de testemunhas, reunimos um conjunto probatório robusto que possibilitou a decretação das prisões pelo Poder Judiciário. O adolescente não admitiu a prática do crime, mas as provas que juntamos apontam que foi ele que efetivou os quatro disparos. Mais dois criminosos também ingressaram no imóvel, totalizando três executores direto, além da participação de outros”, afirmou.

Além das seis prisões, os policiais apreenderam na “Operação Inocente” duas armas de fogo (sem registros), munições e pequenas porções de cocaína. As espingardas, calibres 12 e 36, estavam em poder dos criminosos na zona rural de Itapuca.

O rapaz, conforme as investigações e laudos dos peritos do Instituto Geral de Perícias (IGP), foi morto com quatro disparos efetuados por um Rifle .22, que acertaram o peito. A arma ainda não foi localizada.

O delegado Albuquerque salientou que os envolvidos, que pertencem à uma associação criminosa, tinham como alvo o patrimônio da família.

“Tudo indica que o objetivo principal desta quadrilha era roubar a caminhonete, além de outros pertences. Agora, com as prisões e a localização de algumas armas utilizadas no crime, temos um prazo de 10 dias para a conclusão dos procedimentos e o envio do Inquérito Policial (IP) para o Judiciário”.

Os criminosos, após receberem voz de prisão, foram encaminhados para as DPs de Guaporé e Soledade para os procedimentos legais. Na sequência, foram conduzidos para o sistema prisional gaúcho. Três dos participantes já encontravam-se recolhidos em dois estabelecimentos penais.

Fotos: Polícia Civil (PC)

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