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Ministério Público da 22ª Zona Eleitoral solicita presença da Polícia Federal

por Eduardo Cover Godinho

Objetivo é coibir crimes eleitorais nos municípios de Guaporé e Serafina Corrêa

Buscando coibir a compra de votos na virada dos dias 1º e 2 de outubro, a boca de urna e o transporte de eleitores no dia do pleito eleitoral, o promotor Dr. Laerte Kramer Pacheco, do Ministério Público Eleitoral (MPE/RS) responsável pelas atividades da 22ª Zona Eleitoral, solicitou a presença da Polícia Federal de Caxias do Sul. Além destes motivos, o mais preocupante é o clima de hostilidade que tem tomado conta, principalmente dos municípios de Guaporé e Serafina Corrêa, entre os envolvidos direta e indiretamente na corrida aos cargos do Poder Executivo e Legislativo.

O promotor Laerte afirmou que a Delegacia de Polícia Federal, que tem como delegado Noerci da Silva Melo, acenou positivamente com a possibilidade de encaminhar agentes para verificar a movimentação das cidades de abrangência 22ª Zona Eleitoral da Comarca de Guaporé.

“Tive uma aceitação. Não há garantias, mas há grande probabilidade que a Polícia Federal esteja no sábado e no domingo nos municípios da 22ª Zona Eleitoral. Além dos agentes federais, teremos a Brigada Militar no patrulhamento ostensivo nas cidades e identificação de crimes eleitorais. Qualquer identificação de crime vai ser feita a prisão em flagrante dos indivíduos, lavrado um termo circunstanciado ou será iniciado um inquérito policial”, destacou.

Apesar do pedido ser solicitado para Guaporé e Serafina Corrêa em especial, não descarta-se que os agentes federais, que devem estar circulando nos dias 1º e 2 de outubro, também compareçam aos municípios de Dois Lajeados, Montauri, União da Serra e São Valentim do Sul. Judicialmente, segundo o promotor eleitoral, a campanha eleitoral foi intensa, diferente do que era esperado pelo MPE, Justiça e Cartório, em comparação as anteriores.

“Principalmente nos municípios de Guaporé e Serafina Corrêa foi bem judicializada até o momento e tem dado bastante trabalho. É do ‘jogo’, é permitido ajuizar ação desde que não seja temerária. A medida que nos chega temos dado parecer e a Dra. Renata Dumont Peixoto Lima (Juíza Eleitoral) tem julgado as ações, claro que há algumas pendentes por necessitar de dilação probatória, audiências, entre outras, mas tudo dentro dos conformes”, destacou.

O promotor Pacheco, destacou que irá, no dia 2 de outubro, passar pelos seis municípios de abrangência da 22ª Zona Eleitoral, nas seções mais movimentadas, para fiscalizar o andamento da votação, o trabalho dos mesários e dos fiscais de partidos.

Central de Conteúdo Unidade Aurora

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