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Secretaria da Saúde aplica produtos biológicos para controle das baratas

por Eduardo Cover Godinho

Pedido da Vigilância em Saúde, composta pelos Departamentos de Vigilância Sanitária, Ambiental e de Epidemiologia é para que comunidade mantenha seus terrenos limpos e não jogue restos de comida nas bocas de lobo

Foto: Divulgação

Controlar a proliferação das chamadas “pragas urbanas”, em especial as baratas, é um dos desafios da Administração Municipal. Com o aumento da temperatura, a infestação e a proliferação do inseto em rua e nos bueiros têm incomodado a comunidade guaporense. Visando o combate e, principalmente o controle, a Secretaria de Saúde, através dos servidores dos Departamentos de Vigilância Sanitária, Ambiental e de Epidemiologia – que integram a Vigilância em Saúde, mapeou os pontos com maior intensidade de pedidos para a eliminação.

Ações, que são realizadas diariamente para o controle das baratas, foram intensificadas e a aplicação de produtos biológicos estão em andamento. A equipe, no período noturno, está aplicando o Advion Barata Gel e Icon 10pm. Estes só podem ser aplicados durante a noite e em períodos sem chuva, para não sofrer degradação e garantir maior eficiência nos resultados. Os produtos utilizados são legalizados e não oferecem risco direto à saúde humana, mas, eliminam os focos dos vetores.

“Estamos aplicando os produtos nos bueiros em áreas de maior infestação. Sabemos do problema e este é agravado com o calor e a umidade. Estamos fazendo a nossa parte, mas precisamos que a comunidade nos ajude destinando corretamente o lixo e mantendo a limpeza dos terrenos. Se cada um fizer a sua parte, Poder Público e munícipes, vamos amenizar a situação”, disse o secretário Ronaldo Invernizzi.

O pedido é para que a comunidade evite colocar irregularmente sobras de alimentos, limpar os aspiradores de pó, varrer dejetos, folhas e outras sujidades para dentro da boca de lobo ou na própria calçada.

“São atitudes que transferem o problema da sujeira de dentro das residências para a rua, onde irão alimentar, além de baratas, outras espécies de insetos e roedores. Outra prática comum, mas que é proibida em perímetro urbano é a criação de aves, como galinhas, que também acaba favorecendo o surgimento desses vetores”, disse o secretário.

Outro fator preocupante é o descarte de esgoto doméstico na rede pluvial. Esse é um dos grandes fatores que favorecem a proliferação desse tipo de inseto. Segundo o Artigo 86 da Lei Municipal 2.224 de 1999, é proibido, sendo objeto de autuação, o lançamento de águas servidas, esgoto sanitário, resíduos graxos e poluentes de residências, prédios e terrenos particulares, em várzeas, canais, cursos d’água, bueiros, sarjetas, bocas-de-lobo, vias e logradouros públicos.

Central de Conteúdo Unidade Aurora

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