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Vigilância Ambiental preocupada com a proliferação do Aedes aegypti

por Eduardo Cover Godinho

Mobilização é para o combate do mosquito transmissor da Dengue, Chikungunya e Zika vírus

A Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul por meio do Centro Estadual de Vigilância em Saúde registrou até a Semana Epidemiológica 49 (de 06/12 a 12/12/2015) 3.879 casos suspeitos de Dengue, dos quais 1.265 foram confirmados. Dentre os confirmados, 223 (17,6%) são importados (contraídos fora do Estado) e 1.042 (82,4%) são autóctones (contraídos no RS). O Estado registrou o primeiro óbito por Dengue em março deste ano no município de Santo Ângelo e o segundo óbito ocorreu em abril, no município de Panambi.

A Febre Chikungunya é uma doença viral, transmitida a partir da picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti infectado. Pode causar doença aguda, subaguda e crônica. A fase aguda é caracterizada por febre de início repentino (acima de 39°C) e dor articular intensa. Pode ainda incluir: dor de cabeça, dor difusa nas costas, dor muscular, náusea, vômito, erupção cutânea e conjuntivite com duração de 3-10 dias.

Até o dia 15 de novembro, o Ministério da Saúde registrou 1.364 casos de Febre Chikungunya no Brasil, sendo 71 destes, importados. Em 2015, foram notificados 57 casos suspeitos de Febre Chikungunya no Rio Grande do Sul. Destes, dois casos foram confirmados por critério clínico-laboratorial sendo um em Bento Gonçalves e um Novo Hamburgo, ambos considerados importados.

A Febre do Zika Vírus é uma doença viral aguda, transmitida por vetores, tais como Aedes aegypti, a semelhança do Vírus da Dengue e da Febre Chikungunya. É caracterizada por manchas na pele, febre intermitente, dor muscular e articular e dor de cabeça. Apresenta evolução benigna, e os sintomas geralmente desaparecem espontaneamente após 3-7 dias.

Não há registro de mortes e a taxa de hospitalização é potencialmente baixa. Recentemente, foi observada uma possível relação, entre a infecção do ZIKA e síndrome de Guillain-Barré, e a ocorrência de casos de microcefalia, principalmente no nordeste do Brasil em locais com circulação simultânea do vírus da dengue. Em decorrência da situação epidemiológica o Ministério da Saúde declarou Situação de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional no país.

Como medidas preventivas recomendam-se o uso de repelentes e as Ações em Saúde do Município conta com a mobilização e participação de cada pessoa na prevenção à dengue no através do combate aos focos do mosquito transmissor da doença. Maiores informações: Unidades Básicas de Saúde/Guaporé.

Central de Conteúdo Unidade Aurora

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