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Indignação: morador relata em carta descaso com a distribuição de água em Guaporé

por André Fabio Bresolin

Adutora tem sido a responsável pelo constante desabastecimento de água

De tempos em tempos a população sofre com a falta deste bem tão preciso em suas residências
Foto: Divulgação

O rompimento da tubulação da adutora, responsável pela condução de toda a água potável consumida na cidade de Guaporé do rio Carreiro até a Estação de Tratamento (ETA) da Companhia de Saneamento Básico do Rio Grande do Sul (Corsan), na quarta-feira, dia 26 de fevereiro, mais uma vez revoltou a comunidade. Por muitas horas, a cidade ficou desabastecida até que o conserto fosse executado pelos profissionais da Corsan. Construída na década de 60, a adutora – linha física de ferro com 400 milímetros de diâmetro de 2,6 mil metros de cano e desnível aproximado de 260 metros - tem sido a responsável pelo constante desabastecimento de água.

De tempos em tempos a população sofre com a falta deste bem tão preciso em suas residências. Poder Público e vereadores buscaram junto ao Ministério Público (MP/RS) auxílio para que a Corsan melhore o abastecimento de água e efetue com urgência a substituição da adutora. O MP informou que o Poder Público é responsável por organizar e prestar o serviço público de abastecimento de água e tratamento de esgoto sob regime de concessão à Corsan, cabendo a ele exigir o cumprimento do contrato, inclusive judicialmente.

Até que nada de concreto seja efetuado, quem sofre as consequências são os guaporenses. Em uma carta, escrita à mão – algo raro com o avanço da tecnologia nos dias atuais – um morador relata o descaso. Confira:

“Os munícipes guaporenses não mais aguentam tamanha parcimônia, descomprometimento e indiferença.
Dentro de curto espaço de tempo são inúmeras ocorrências que demostram o despreparo da Companhia para realizar os serviços que lhe são atribuídos.

Famílias, empresas e trabalhadores são afetados, repercutindo a falta de abastecimento no âmbito doméstico e econômico. As justificativas são oriundas de caso fortuito ou força maior, contudo, pela frequência que ocorrem deixam de ser eventualidades e a tentativa de conhecimento gera revolta.
Já é hora de resultados rápidos e eficientes, justificativas e medidas paliativas acabam por inquietar a população e criam sensação de insegurança.

Água é sinônimo de vida, indispensável para o bem estar coletivo. Por sua vez, o abastecimento de água é fundamental e ao mesmo tempo obrigatório, já que pagamos para tanto.
Um guaporense.”

A expectativa da comunidade é que a tubulação da adutora seja substituída o quanto antes para evitar que novos transtornos com o desabastecimento de água sejam verificados.

Central de Conteúdo/Rádio Aurora 107.1 FM
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