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“Não queremos o retorno das festas, mas sim, encontrar alternativas para manter a atividade viva”, destacam empresários de sonorização e eventos

por Eduardo Cover Godinho

Empresas, que estão há mais de um ano sem atividades em virtude da pandemia, mandaram ofício para os Poderes Executivo e Legislativo solicitando ajuda

Sem festas, empresas buscam auxílio das autoridades municipais
Foto: Divulgação

Há um ano o setor de eventos está sem atividades em virtude das ações de enfrentamento à pandemia do coronavírus (Covid-19). Não há shows musicais, apresentações circenses, feiras, festas organizadas por entidades e órgãos públicos, bailes e almoços nas capelas do interior, fandango nos Centros de Tradições Gaúchas (CTGs), baladas nas boates e casas de espetáculo, entre outros. Profissionais que dependem exclusivamente da área, como promotores, músicos, artistas, decoradores, sonorizadores e proprietários de espaços para o lazer e diversão, enfrentam dificuldades para manter seus negócios e honrar com suas despesas.

No município de Guaporé a situação financeira das empresas é preocupante e muitas, em virtude da rigidez nos protocolos, estão prestes a encerrar suas atividades. Famílias têm sofrido com a falta de recursos financeiros. Pensando em alternativas, um grupo de 10 empresários do setor encaminhou uma carta para os Poderes Executivo e Legislativo. No documento, explicam os impactos causados pela pandemia, tanto na saúde, quanto na economia. Afirmam que em 12 meses puderam executar suas atividades por um período inferior a 30 dias.

As perdas foram generalizadas para empresários de sonorização e eventos. Isso porque o foco de suas atividades está, especificadamente, no atendimento e entretenimento às pessoas que procuram diversão.

Importante esclarecer, que as empresas não estão buscando a reabertura imediata de seus eventos, uma vez que acompanham e têm ciência da luta diária para combater essa doença, mas, se for necessário permanecerem sem atividades, enquanto outros setores permanecem abertos, acatam a decisão, mas para isso, precisam de auxílio para não encerrar suas atividades, gerando desemprego e perda de renda”.

Os empresários salientam que os poderes constituídos podem se organizar para, por exemplo, a promoção de eventos transmitidos em forma de “lives” para a comunidade. Uma festividade musical ou teatral para comemorar a Páscoa poderia ser realizada, o que acabaria movimentando os proprietários de equipamentos que produzam sons e imagens, decoradores e artistas, entre outros.

“Relatamos as dificuldades enfrentadas pelas empresas que atuam no setor de eventos e, sendo possível, solicitamos auxílio para que as mesmas não encerrem suas atividades, vez que de longe, é o setor que mais vem sendo atingido na parte financeira com a pandemia da Covid-19”, concluem os empresários que assim o documento: Xander Som Sonorização LTDA, Xander Som Sonorização LTDA, Maya Festas e Eventos LTDA, Simy Festas Personalizadas-Gilberto Treviso, Lollipop Decorações, Trip Bar, Franciane Davi Dal Bosco – MEI, Decorações Tizziani LTDA, Leandro Di Domenico(LD Studio) e Joseane Gonçalves Joaquim - MEI.

O documento foi apresentado ao prefeito Valdir Carlos Fabris e lido durante a 10ª sessão ordinária na Câmara de Vereadores. As autoridades estão buscando alternativas para colaborar com o setor.

Central de Conteúdo Unidade Aurora

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