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UCS está em Guaporé e inicia trabalho para apontar soluções eficazes contra transbordo do Arroio Barracão

por André Fabio Bresolin

UCS assinou, na manhã deste dia 17 de junho, contrato com o Poder Público Municipal para a realização de um estudo hidrológico

Equipe mapeará toda a rede de drenagem, em conjunto com secretaria
Foto: Michele Lunardi

A Universidade de Caxias do Sul assinou, na manhã deste dia 17 de junho, o contrato com o Poder Público Municipal para a realização de um estudo hidrológico da bacia do Arroio Barracão, buscando soluções viáveis para minimizar os problemas de transbordo do arroio em áreas populosas.

“É uma honra darmos nossa contribuição e estamos iniciando os trabalhos em campo, os estudos na área de hidrologia, já que somos uma equipe de estudiosos e pesquisadores da Universidade de Caxias do Sul. Estamos oficialmente iniciando o trabalho de campo, com coleta de dados locais, com duas atividades que serão repetidas durante meses: sobrevoo da área com levantamento aéreo e vamos estar mapeando toda a bacia, no prazo de oito meses. Estaremos atuando nas áreas urbana e rural, para podermos depois inserir os pontos, definir os principais aspectos onde poderíamos agir para evitar o transbordo na área urbana. Também vamos realizar a modelagem sobre o comportamento hídrico do Arroio Barracão neste período, com medição de vazão em pelo menos três pontos”, explica a Diretora e Pesquisadora do Instituto de Saneamento Ambiental, profa. Dra. Vania E. Schneider.

A equipe mapeará toda a rede de drenagem, em conjunto com secretaria de Meio Ambiente, Coordenação e Planejamento, Defesa Civil e com apoio da comunidade.

“Pedimos a compreensão da comunidade, nossa equipe será um pouco guaporense nesse período, com nossos equipamentos e nossos profissionais atuando no leito do arroio, junto aos moradores ribeirinhos e junto à comunidade. Vamos também buscar relatos da comunidade, inclusive futuramente com reuniões para avaliarmos como se comporta o rio nos períodos críticos e como todos podem colaborar. Também pedimos registros históricos, como fotos sobre mudanças de rota do rio, onde ele passava e agora teve um desvio, onde ele desapareceu debaixo de alguma rua, onde ele ficou mais largo, como eram suas margens. Temos que ter em mente que a falta de planejamento de crescimento agravou esse problema, mas o planejamento futuro pode sim proteger a comunidade”, finaliza.

A reunião de trabalho começou na Casa da Cultura, e agora as equipes já estão atuando na comunidade.

Central de Conteúdo/Rádio Aurora 107.1 FM
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