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“Senti que não há ninguém contra a implantação de uma Escola Cívico Militar em Guaporé”, disse o subtenente do Exército Brasileiro Gelson Luis Scalco

por Eduardo Cover Godinho

Ocupando a Tribuna do Povo, Scalco explanou sobre a metodologia de ensino e como o Município pode aderir ao modelo

Com iniciativa do Governo do Rio Grande do Sul, através da Secretaria da Educação, sob inspiração no programa do Governo Federal, a implantação das escolas cívico-militares tem ganho destaque na sociedade gaúcha com o conceito de ensino diferenciado pela disciplina e valores. Em parceria com a Secretaria da Segurança Pública, Brigada Militar (BM) e Corpo de Bombeiros Militar (CBMRS), novos municípios estão aderindo à metodologia voltada exclusivamente para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, contando com a participação do corpo docente da escola e apoio dos militares.

Para apresentar o projeto de Escola Cívico Militar, o subtenente do Exército Brasileiro, Gelson Luis Scalco, ocupou a Tribuna do Povo na Câmara de Vereadores, de Guaporé. Suplente legislativo na gestão 2021/2024 pelo Partido Progressista (PP), o guaporense, que contribuiu com a implantação de uma Escola Militar em Santa Maria, mostrou aos presentes no plenário Roberto Baldasso, em um primeiro momento, as diferenças dos modelos de Escolas Cívico Militar e Militar.

“As pessoas confundem as metodologias de ensino aplicadas nestes modelos. A Escola Militar é composta somente por militares, ou seja, são eles que gerenciam, administram e educam os alunos. A Escola Cívico Militar é uma parceria dos Municípios com o Estado, sendo que a proposta pedagógica permanece sob responsabilidade da Secretaria Municipal de Educação e há monitores militares da reserva que auxiliam no comportamento dos alunos no ambiente escolar”, disse o subtenente.

Scalco deteve-se, durante a explanação na Tribuna do Povo, sobre o modelo da Escola Cívico Militar citando exemplos de municípios que implantaram a metodologia em educandários considerados os mais problemáticos. Resultados positivos, conforme explicou o guaporense, foram obtidos com a incorporação de atitudes e valores nos alunos, conscientizando-os sobre seus deveres, direitos e responsabilidades, bem como no preparo para atuar em qualquer campo profissional e melhorar os indicadores de desempenho.

“O Estado, após a assinatura do Termo de Cooperação com os Municípios, fica responsável por convocar os militares da reserva para atuarem nos educandários, bem como monitorá-los. Não há envolvimento deles com a área pedagógica, inclusive o Município não terá vínculo com o servidor. O militar agregará na disciplina e contribuirá na relação humana, já que atua para a retomada do respeito dos estudantes com os professores, na melhora da atitude com os colegas e na cidadania”, destacou Scalco, salientando que a presença do policial militar colaborará com a diminuição dos índices de criminalidade.

Na explanação, Scalco afirmou que o Coordenador das Escolas Cívico-Militares no Rio Grande do Sul, coronel Marcelo Dornelles, está à disposição para explicar o projeto para as autoridades municipais e à comunidade escolar guaporense. O subtenente disse ainda que, ao longo das conversações, inclusive com a Secretária de Educação Veridiana Maria Tonini, percebeu que há o interesse da implantação de uma Escola Cívico Militar em Guaporé.

“A Escola Cívico Militar não é um partido. Se houver a partidarização, não conseguiremos avançar na educação. O que é bom para o município, é para todos. Percebi, nas conversas, que os vereadores são favoráveis e não vi oposição do Governo Municipal. Senti que não há ninguém contra a implantação de uma Escola Cívico Militar em Guaporé”.

Após a explanação, os vereadores colocaram-se à disposição para um debate aberto com o coronel Marcelo Dornelles para, quem sabe no futuro, uma possível implantação da Escola Cívico Militar no município.

Central de Conteúdo Unidade Aurora

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