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Após ser beneficiada com depósito de R$ 8,6 mil, jovem guaporense busca instituição bancária para correção do erro

por Eduardo Cover Godinho

Evelin Chiesa de Freitas, 19 anos, havia recebido o valor da professora universitária Andrea Leal. A educadora tinha realizado uma transação para conta errada

Ato de Evelin, de buscar reparar o erro no depósito bancário, demonstrou grandeza
Foto: Divulgação

“Sabia que o dinheiro não era meu, não me pertencia. Quando devolvi, tinha a convicção que estava fazendo algo correto e que ajudaria a outra pessoa. Me senti grata”. As palavras confortantes e que partem do coração são de Evelin Chiesa de Freitas. A guaporense, de 19 anos, deu um bom exemplo de cidadania e amor ao próximo ao procurar uma instituição bancária para a reparação de um erro numa transferência por meio de pagamento eletrônico (Pix). O valor de R$ 8,6 mil diante da circunstância, com certeza não faria a jovem feliz.

Evelin, colaboradora de uma fábrica de joias, recebeu, por erro de digitação da professora universitária Andrea Leal, a quantia em sua conta bancária. A mensagem do depósito apareceu na tela do seu celular e, assim que visualizou, percebeu que algo estava errado. De pronto, tratou de reparar o engano.

“Na hora que vi o aviso fiquei pasma, porque não tinha o que fazer (era fora do expediente bancário). Expliquei a situação para os meus pais e, no dia seguinte, conversei com o empresário para que me orientasse. Procurei nas redes sociais, através do nome da depositante, reparar o dano devolvendo a quantia”, disse Evelin.

Do outro lado, Andrea, após perceber que havia transferido os R$ 8,6 mil para uma outra conta, buscou reverter o engano e ligou para a guaporense. Evelin, que estava procurando a educadora, atendeu e ambas trocaram detalhes para que o mal entendido fosse reparado.

“Como estava procurando por ela, não pensei duas vezes em reparar o erro e confirmei a devolução do dinheiro. A professora me passou o número da conta. Procurei a instituição bancária, tentamos realizar no caixa eletrônico mas não foi possível pelo valor. Entrei e conseguir efetuar a transferência. E assim foi o final feliz meu e da Andrea”, afirmou a guaporense.

Segundo Evelin, em nenhum momento passou pela sua cabeça ficar com a quantia.

“Não era meu. Assim que percebi o depósito na conta busquei reparar o erro. Nunca pensei em ficar com o dinheiro. Não iria me sentir bem sabendo que havia ganho algo que realmente não me pertencia”.

A professora universitária afirmou que o gesto da guaporense foi de grandeza.

Central de Conteúdo Unidade Aurora

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