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Empresários estão incomodados com ocupantes temporários na praça Rosa Cela

por André Fabio Bresolin

Situação, segundo eles, se arrasta há quase um ano e nenhuma providência foi tomada pelas autoridades

“O sossego e a tranquilidade acabaram”. A frase é dos empresários das proximidades da praça Rosa Cela, bairro Planalto. Eles estão preocupados com a presença constante de “moradores de rua” em um quiosque num dos pontos construídos para o lazer, diversão e descanso na praça. O local serve de abrigo há tempos e, volta e meia, o espaço fica livre, mas não demora para novamente estar ocupado.


A comunidade local destaca que os “moradores da praça Rosa Cela” estão com o espaço (quiosque) muito sujo, o que provoca mau cheiro para quem circula pelas proximidades.

“Além de provocar um mal-estar para os frequentes usuários da praça, em especial as crianças e idosos da localidade, a presença dos ‘moradores no quiosque’ tem provocado muita sujeira e incômodos diários no comércio. Eles passam seguido nos estabelecimentos comerciais pedindo comida, dinheiro, água quente e roupas. Muitas peças de roupas são jogadas fora, nas lixeiras, horas depois que efetuamos a doação ou no dia seguinte. É lamentável. Nunca nos negamos a ajudar, porém, tem uma hora que cansa”, disseram os comerciantes.

A situação, segundo eles, se arrasta há quase um ano e nenhuma providência foi tomada pelas autoridades. Os moradores e comerciantes buscam auxílio da secretaria de Assistência Social e Habitação para que dê suporte.

“Entendemos perfeitamente a situação deles. Ficamos tristes com o que enfrentam diariamente. Ajudamos como podemos, mas não há como ficar desta forma. É muita sujeira e o mau cheiro tomou conta. Isso é prejudicial para a região. Apesar deles não fazerem mal a ninguém que frequenta a praça, fica uma situação ruim para quem quer descansar. Continuaremos auxiliando no que precisarem, mas pedimos que as autoridades colaborem e encontrem, quem sabe por alguns dias, um abrigo para estas pessoas”, destacaram.

A secretaria

Procurada, a secretaria de Assistência Social e Habitação, através do responsável Alessandro de Almeida (Tigrinho), afirmou que está buscando medidas para auxiliar as famílias estabelecidas na praça Rosa Cela. Tigrinho esteve pessoalmente no local, porém, não localizou nenhum deles. 

“Vou acionar os fiscais do Setor de Fiscalização (secretaria da Fazenda) para que efetue uma ação de retirada dos pertences das famílias. Temos muitas cobertas, colchões e roupas aqui no quiosque. Aproveitei e conversei com uns moradores próximos e eles relataram que a situação está cada vez mais preocupante”, disse.

Central de Conteúdo/Rádio Aurora 107.1 FM
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