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Educadores físicos afirmam que exercícios são fundamentais na manutenção da saúde

por Eduardo Cover Godinho

Eles pedem a aprovação do PL 144/2020

Foto: Divulgação

O aumento no número de casos de coronavírus (Covid-19), somado ao esgotamento no atendimento hospitalar e, o pior, a superlotação dos leitos de UTI, forçaram o Governo Estadual, através do Gabinete de Crise, a colocar o território gaúcho em bandeira preta (área de altíssimo risco de contágio) no modelo de Distanciamento Controlado. Com mais restrições nas atividades econômicas dos estabelecimentos “não essenciais”, inclusive com a interrupção total dos trabalhos dos salões de beleza e estética, eventos, esportes amadores e academias, a preocupação financeira, sem o descuido à saúde, bateu na porta dos empresários, profissionais liberais e colaboradores.

Sem atividades, os educadores físicos alegam que o funcionamento das academias deve ser considerado um serviço essencial. Em Guaporé, a classe, representada pelos profissionais Maurício Romani e Roberta Scaravelli, emitiu um comunicado informando os benefícios e a importância da manutenção das atividades físicas para a saúde. Em carta, reforçam estar preocupados com o aumento considerável de casos e o crescimento no número de pacientes internados nas unidades hospitalares, em especial no Hospital Manoel Francisco Guerreiro. Mas, salientam que as academias, para o bem de todos, não podem permanecerem fechadas.

“As academias são parte da solução contra a Covid-19. São lugares seguros e todos, pelo menos em Guaporé, cumprem com os protocolos e medidas sanitárias exigidas pelas autoridades. Não seríamos irresponsáveis em colocar em risco os nossos alunos. Se buscamos uma melhor qualidade de vida para eles, com certeza estaremos dentro das normas”, disseram os profissionais.

Eles complementam:

“As academias são seguras. Nelas, com a prática de exercícios físicos, estamos combatendo e prevenindo doenças crônicas como obesidade, hipertensão, diabetes, entre outras que são consideradas um risco para a Covid-19”.

Os profissionais aguardam com ansiedade e pressionam, através Conselho Regional de Educação Física (CREF2), as autoridades governamentais do Rio Grande do Sul para que aprovem o Projeto de Lei 144/2020 que busca tornar a Educação Física um serviço essencial em todo o território gaúcho.

Central de Conteúdo Unidade Aurora

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