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Poder Público buscou alternativas para eliminação das baratas em Guaporé

por Eduardo Cover Godinho
Produto químico (Cymperator 25CE), proibido pelos órgãos competentes, era utilizado para a eliminação da praga urbana

A proibição pelas leis em vigor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), da aplicação de produtos químicos nas bocas de lobo para a eliminação/extinção das pragas urbanas, em especial as baratas, tem causado preocupação, repulsa e problemas para os moradores de muitas cidades brasileiras. No Rio Grade do Sul, com a época de calor, chuvas e abafamento, a proliferação se intensificou e em Guaporé a situação tem se agravado a cada dia.

Segundo o secretário de Saúde, Vanderlei Scalco, o Poder Público está buscando alternativas para eliminar as baratas das bocas de lobo (bueiros) e evitar que tragam incômodos à população.
“O Poder Público está muito preocupado com a infestação das baratas e procurando alternativas possíveis para poder solucionar o problema. Estamos nos reunido diariamente com os técnicos para encontrar meios para combater essa praga que incomoda a todos”, disse.

Scalco ressalta que os municípios estão proibidos da realização do controle químico, ou seja, a aplicação do produto químico (Cymperator 25CE) nas bocas de lobo. A medida, antes amplamente realizada, resultou em diversas ações judiciais contra as administrações públicas.
“O produto causa danos para a saúde, prejudicando nascentes, arroios e até animais de outras espécies. Temos a preocupação de não agredir o meio ambiente. É uma norma técnica e a Anvisa não libera a aplicação do produto que inclusive foi retirado do mercado. É bom deixar claro que no passado um servidor respondeu juridicamente e sofreu sanções e punições da Justiça por liberar a aplicação do produto. A comunidade guaporense pode ter certeza que não é má vontade do Poder Público de Guaporé”.

Segundo Scalco, a Administração Municipal está buscando alternativas para eliminar as baratas. Empresas, com certificações e liberações dos órgãos competentes, foram contatadas e a expectativa é que algo de concreto seja feito nos próximos dias.
“Sabemos que as medidas necessárias para que o tratamento seja eficaz é a longo prazo. Deve haver uma integração entre todas as secretarias, Poder Público e a comunidade para que possamos conseguir eliminar esse inseto que tanto incomoda. Acredito que vamos ter resultados positivos e daremos uma resposta mais objetiva para a população guaporense”.

O Poder Público está buscando normas legais para que o problema seja solucionado. As empresas contatadas estão em fase de apresentação de documentação para que possa ser feita a contratação emergencial.

Central de Conteúdo Unidade Aurora

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