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Field Tarjet: atiradores guaporenses brilham em etapa internacional no Uruguai

por André Fabio Bresolin

Tiago Longhini e Geisson Andreoli conquistaram a 1ª e a 3ª colocações em suas categorias

Por conta do mau tempo, a prova apresentou muitas dificuldades para os atiradores
Foto: Divulgação

Dois atiradores de Guaporé participaram com êxito do 4º Torneo Internacional de Field Target – Gran Torneo Piria, disputado nos dias 2 e 3 de novembro, no Uruguai. O evento, com a participação de competidores do Uruguai, Argentina, Chile e Brasil, aconteceu na cidade de Piriápolis, na costa atlântica sul do país. Tiago Longhini e Geisson Andreoli, representando a equipe Cano Torto (Dois Lajeados), conquistaram a 1ª e a 3ª colocações nas categorias PCP 16j e Resorte 16j, respectivamente.

A prova, promovida pela Associação Uruguaia de Field Tarjet (A.U.F.T), apresentou muitas dificuldades para os atiradores. Com condições climáticas adversas, em especial pelo vento forte que atingiu a região, os participantes tiveram que ter muita paciência em cada ponto de tiro. Como o Field Tarjet é uma modalidade de tiro esportivo praticada com arma de ar comprimido o chumbo fica vulnerável ao vento, o que pode alterar a direção, fazendo com que o alvo não seja acertado.
Longhini, que concluiu no topo da categoria PCP 16j (carabinas não podem passar de 16 joules de potência), afirmou que a etapa foi extremamente difícil.

“A qualidade dos atiradores era muito grande. Sabia do meu potencial, mas não acreditava que concluiria na primeira posição. O grau de dificuldade é elevado. Além do nível dos competidores, havia problemática do vento que dificultava as passagens nos pontos de tiro. Felizmente estava num final de semana ótimo. Estava tranquilo e concentrado na hora dos disparos. Esses foram os fatores que determinaram que concluísse a 4ª etapa com a medalha de ouro”, destacou Longhini.

Andreoli, terceiro na categoria Resorte 16j, salientou que, apesar do título não ter sido conquistado, a participação no torneio internacional foi válida.

“Sempre vamos determinados a vencer, mesmo sabendo da qualidade dos adversários. Foi uma jornada difícil e compensadora. Apesar do título não ter ficado em minhas mãos na categoria, saio com o sentimento de dever cumprido e com experiência adquirida para as próximas competições”, disse.
Sócios da Associação do Fomento a Fauna e Flora de Guaporé (AFAG), a dupla aperfeiçoa os treinamentos com o instrutor Francis Ortolan, chefe da equipe Cano Torto.

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